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Paciente de 45 anos, sexo feminino, foi encaminhada pelo médico otorrinolaringologista para fonoterapia. Apresenta queixa de perda súbita da voz há três dias e só consegue se comunicar por voz sussurrada. Na avaliação otorrinolaringológica, o médico descreveu que não observou glote fonatória com aproximação das pregas vocais. No entanto, durante a sessão foi possível observar voz de boa qualidade durante o ato de tossir. Essa paciente apresenta quadro típico de:
Uso divergente de registro.
Falsete de conversão
Síndrome de tensão musculoesquelética
Afonia de conversão
Disfonia vestibular