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Paciente do sexo feminino, 61 anos, sofreu acidente vascular encefálico (AVE). O sinal clínico proeminente é a paralisia pseudobulbar. Procurou atendimento fonoaudiológico devido à dificuldade de linguagem, deglutição e labilidade emocional, com mudanças repentinas de riso e choro. Sua fala apresenta lentidão, hipernasalidade, articulação imprecisa e laboriosa. A voz é áspera com esforço, emissão tensa-estrangulada, monoaltura e imprecisão nas consoantes. A musculatura da fala está comprometida nos níveis: fonatório, ressonantal e articulatório.
Baseado na literatura, a alternativa que indica o tipo de disartria mais “provável” é:
disartria Hipercinética.
disartria Hipocinética.
disartria Espástica.
disartria Flácida.
disartria Ataxia.