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O estudo de Freeman-Sanderson et al. (2021) apresentou resultados de um painel global de fonoaudiólogos para determinar um consenso para a prática fonoaudiológica no enfrentamento à Covid-19 em Unidades de Terapia Intensiva. Sobre o manejo da deglutição nesse cenário é correto afirmar que:
A desinsuflação do cuff é um procedimento gerador de aerossóis, portanto, é impossível indicar o uso de válvula de fala em pacientes com Covid-19;
Videoendoscopia e videofluoroscopia da deglutição não são considerados exames geradores de aerossóis;
Higienizar instrumentos não invasivos como estetoscópios, por exemplo, deve ser uma conduta realizada entre os atendimentos em virtude do risco de contaminação cruzada e infecção dos profissionais de saúde;
Na terapia de deglutição junto aos pacientes com Covid-19, tanto as tarefas geradoras como não geradoras de aerossóis devem ser evitadas;
Pacientes com Covid-19 devem ser encorajados a se alimentar com ajuda de um acompanhante ou profissional de saúde, mesmo que tenham condições para se alimentarem com independência.