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Uma paciente de 69 anos de idade, tabagista, foi acometida por um acidente vascular cerebral há 30 dias. Após a alta hospitalar, realizou 10 sessões de fonoaudiologia na policlínica da atenção secundária em saúde, em razão de um quadro caracterizado por dificuldades para deglutir, engasgos e tosse frequentes, voz molhada e aumento de secreção laringotraqueal, sendo contra referenciada, após esse serviço, para orientações e monitoramento na atenção primária.
Acerca desse quadro clínico, é correto afirmar que
não pode ser considerado uma disfagia, por implicar em encaminhamento para orientações na atenção primária em saúde.
trata-se de uma disfagia mecânica por acometer funções relacionadas apenas à laringe.
o uso da seringa na oferta do alimento, durante a avaliação fonoaudiológica, é a melhor conduta para avaliar a quantidade que desencadeará a tosse e o engasgo, e a necessidade de aspiração laríngea.
a avaliação da sensibilidade da língua deve observar pontos chaves relacionados à sua inervação.
a avaliação fonoaudiológica, no quadro clínico descrito, deve considerar apenas a deglutição de líquidos e pastosos, não sendo necessária a avaliação do sistema sensório-motor oral, por não apresentar queixas de cavidade oral.