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Para a terapia fonoaudiológica nas alterações de fala por disartrias, a literatura, segundo Ortiz (2010), considera como pontos fundamentais para o tratamento os processos motores de respiração, fonação, ressonância, articulação e prosódia. No que diz respeito à respiração, a avaliação fonoaudiológica para determinar condutas deve considerar que alterações na amplitude da respiração podem gerar
aumento do tempo de pausa entre as palavras e escape de ar durante a fonação.
inspiração frequente, emissão e frases curtas e fonação por curto período.
hipernasalidade associada à ausência de movimentação de véu palatino.
diminuição da amplitude dos movimentos de articulação.
o aumento da velocidade de fala e dos movimentos de articulação.