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Um homem de 45 anos, em diagnóstico neurológico de doença neurodegenerativa, por lesão nos neurônios motores superiores e inferiores e história clínica de fraqueza, fasciculação nos membros superiores e labilidade emocional, foi encaminhado para avaliação fonoaudiológica com queixa de dificuldade na articulação e voz. Nesse aspecto, a avaliação revelou a musculatura da fala comprometida nos níveis fonatório, ressonantal e articulatório com imprecisão de consoantes, voz áspera com esforço, qualidade vocal tenso-estrangulada e hipernasalidade. Diante da história clínica e dos achados de avaliação, o fonoaudiólogo pode inferir o tipo de disartria e a etiologia. Portanto, trata-se de uma disartria do tipo
flácida decorrente de esclerose lateral amiotrófica.
flácida decorrente de miastenia gravis.
hipocinética decorrente de doença de Parkinson.
espástica decorrente de esclerose lateral amiotrófica.
espástica decorrente de miastenia gravis.