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Homem de 53 anos procurou uma Unidade de Pronto Atendimento com queixa de perda de paladar e olfato, febre e falta de ar. Foi transferido para um hospital, devido ao resultado reagente para COVID-19 e ao desconforto respiratório agudo. Após alguns dias de internação e sem a necessidade de suporte de oxigênio, a equipe médica solicitou uma avaliação fonoaudiológica quanto à viabilidade de via oral segura. Na realização da avaliação, o fonoaudiólogo deverá usar equipamentos de proteção individual (EPIs) e ter a seguinte conduta:
usar o estetoscópio de uso pessoal na ausculta cervical e após realizar a higienização adequada
manter cerca de 1 a 3 metros de distância do paciente para avaliar a função oromotora
descartar restos de alimentos e espessantes após o uso, dentro da área de isolamento
limpar o oxímetro de pulso com lenços umedecidos com álcool teor de etanol 40%