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A implantação do Atendimento Educacional Especializado...

Considere o documento Fonoaudiologia na Educação, do Conselho Federal de Fonoaudiologia (2018), para responder às questões de números 41 a 44.

A implantação do Atendimento Educacional Especializado (AEE), apoiada na Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, de 2008, gerou uma interpretação distorcida quanto à atuação dos fonoaudiólogos dentro das escolas, já que o AEE favorece o apoio às crianças em processo de inclusão.


Deve estar claro que essa proposta


A

que trata da presença do fonoaudiólogo na escola implica, também, no auxílio clínico a todos os profissionais na escola que dele necessite e não somente dos alunos.


B

permite a atuação do fonoaudiólogo na sala de aula comum, cujas atribuições devem ser transferidas para ele pelo professor, nos casos dos alunos com necessidades educacionais especiais.


C

tem o sentido de alfabetizar e reforçar o conteúdo escolar de forma mais técnica nos casos que assim o necessitem, sob pedido expresso do professor ou da equipe escolar.


D

está restrita à realização de laudos e diagnósticos das deficiências previstas no Atendimento Educacional Especializado (deficiências física, sensorial e intelectual, transtorno invasivo do desenvolvimento e superdotação) e apoio clínico a esse alunado.


E

não anuncia intervenções de cunho clínico e, sim, uma função complementar ou suplementar com o objetivo de eliminar barreiras para o desenvolvimento da aprendizagem do aluno.