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Sobre a atuação fonoaudiológica em pacientes com disfagia após Acidente Vascular Cerebral (AVC), é correto afirmar que:
As alterações na deglutição podem surgir nos primeiros cinco dias do AVC e todos os pacientes se recuperam nas primeiras semanas após a lesão neurológica.
Diferente dos casos de disfagia orofaríngea do tipo mecânica, no AVC a intervenção fonoaudiológica precoce é contraindicada.
No AVC agudo, a pneumonia pode surgir não apenas por aspiração, mas também pela combinação de fatores como a supressão da resposta imunológica, condições de higiene oral e limitações de mobilidade.
A reabilitação da deglutição após AVC envolve conceitos de neuroplasticidade, em especial a estimulação da área lesionada no córtex motor.
A triagem de disfagia orofaríngea nos casos de AVC tem como objetivo diagnosticar as alterações funcionais da deglutição e fornecer subsídios para a tomada de decisão sobre a alimentação.