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Normalmente, quando há hipertrofia das amígdalas (tonsilas palatinas), a língua toma uma postura ântero-inferior na tentativa de aumentar o espaço posterior e facilitar a respiração e evitar o contato com a orofaringe durante a deglutição. Como consequência, é correto afirmar que
esse posicionamento lingual minimiza os problemas respiratórios e de deglutição. Os incômodos subsequentes, como halitose, ronco e apneia, estão mais relacionados às rinites e demais inflamações de mucosa do que à hipertrofia das tonsilas em si.
a língua fica alargada e hipotônica, causando a diminuição da pressão interna no arco superior e aumentando a dos músculos periorais. Esta é uma das causas da atresia do arco superior (palato ogival).
a língua fica estreitada e hipertônica, causando o aumento da pressão interna no arco superior e diminuindo a dos músculos periorais. Esta é uma das causas da atresia do arco superior (palato ogival).
ocorrerá posteriorização secundária da língua na tentativa de reposicionar as tonsilas, o que leva à diminuição da pressão dos músculos periorais, aumento da salivação e a postura de boca aberta com consequente instalação da respiração bucal.
o aumento das tonsilas aumenta o movimento do véu palatino, que tende a permanecer mais elevado em retorno e, como consequência, o paciente passa apresentar um tom de voz mais anasalado.