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Sobre a avaliação clínica da disfagia orofaríngea infantil à beira de leito, é CORRETO afirmar:
A avaliação das estruturas orofaciais compreende a observação de postura, tônus, mobilidade, sensibilidade, simetria, integridade e conformação das estruturas orofaciais, e pode ser realizada com o paciente em sono natural.
A ausculta cervical deve ser realizada somente após a oferta do alimento, com o objetivo de se identificar com maior clareza a relação entre deglutições e pausas.
Quando houver alteração dos parâmetros fisiológicos, sinais de fadiga, náuseas, tosse e/ou engasgo, durante a sucção não nutritiva, a avaliação deverá ser descontinuada, e indica-se a avaliação direta com alimento.
A avaliação da sucção não nutritiva deve ser feita apenas em bebês até um mês de vida, utilizando-se uma chupeta ou um dedo mínimo enluvado, com eliciação prévia do reflexo de busca.
Na presença de um ou mais sinais clínicos sugestivos de penetração/aspiração laringo-traqueal, a avaliação deve ser imediatamente interrompida e contraindica-se a alimentação por via oral para a consistência testada.