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Uma criança de 5 anos é levada à consulta fonoaudiológica com queixa de dificuldades na fala, sendo observado que apresenta alterações na programação e execução de movimentos orais voluntários. O principal diagnóstico fonoaudiológico nesse caso é:
Dispraxia oral, pois há limitações na habilidade de realizar movimentos orofaciais de forma voluntária e intencional, com prejuízo na execução de gestos e na fala.
Disartria, pois há comprometimento no controle neuromuscular da fala, com alterações na força, tônus, precisão e coordenação dos músculos envolvidos na produção dos sons.
Apraxia de fala, pois há comprometimento na sequenciação e coordenação dos movimentos necessários para a produção da fala, com preservação das capacidades sensitivo-motoras.
Dislalia, pois há distorção de um ou mais fonemas decorrente de alterações estruturais e/ou funcionais do mecanismo da fala.
Disfluência, pois há interrupções no fluxo normal da fala, com repetições, prolongamentos e bloqueios.