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A disfonia funcional é um dos distúrbios vocais mais comuns, especialmente em profissionais da voz. A avaliação vocal é crucial para identificar alterações no padrão vocal e direcionar a terapia adequada. Durante a avaliação fonoaudiológica de um professor que apresenta rouquidão persistente há 6 meses, são observados os seguintes sinais:
I. Fadiga vocal ao final de longas jornadas de ensino.
II. A presença de tensão muscular cervical, associada a dor durante a fonation prolongada.
III. Análise acústica com diminuição na frequência fundamental e presença de irregularidades no vibrato vocal.
IV. Laringoscopia que indica ausência de lesões nas pregas vocais, mas com hiperfunção compensatória.
Com base nos itens, qual seria a conduta terapêutica mais indicada para o tratamento da disfonia funcional desse paciente?
Introduzir um programa intensivo de reabilitação vocal com ênfase no aumento da resistência vocal e redução da tensão muscular, associado à orientação de repouso vocal intermitente.
Prescrever o uso de aparelhos de amplificação vocal durante as aulas, para prevenir fadiga vocal e melhorar a projeção da voz, sem a necessidade de intervenção terapêutica adicional.
Implementar eletroterapia com correntes interferenciais na musculatura cervical para reduzir a tensão muscular, associada à técnica de massagem vocal profunda para a liberação das cordas vocais.
Realizar técnicas de alongamento muscular para a musculatura cervical e exercícios de relaxamento vocal, com foco na redução da hiperfunção compensatória, associando técnicas de higiene vocal.
Aplicar terapia miofuncional orofacial para correção da postura cervical, combinada à reabilitação intensiva das pregas vocais, incluindo o uso de fonoterapia com exercícios de resistência.