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A triagem auditiva neonatal é essencial para a detecção precoce de perdas auditivas, garantindo intervenções adequadas. Um recém-nascido com 30 dias de vida passou pela triagem auditiva com os seguintes resultados:
I. Teste de emissões otoacústicas normais.
II. Potencial evocado auditivo de tronco encefálico (PEATE) com aumento na latência das ondas I e V.
III. História familiar de perda auditiva congênita.
IV. O bebê apresenta reações comportamentais normais aos sons ambientais no lar.
Diante dos dados apresentados, qual seria o próximo passo mais adequado para a avaliação e manejo auditivo desse paciente?
Encaminhar o bebê para acompanhamento audiológico com reavaliação periódica de PEATE e monitoração do desenvolvimento auditivo, dada a discrepância entre as emissões otoacústicas normais e os achados de PEATE.
Indicar o uso imediato de aparelhos auditivos de amplificação sonora, com acompanhamento trimestral para ajustar os níveis de audição e prevenir atrasos de linguagem.
Solicitar exames genéticos para investigar a presença de mutações relacionadas à perda auditiva congênita, uma vez que a história familiar sugere alta probabilidade de perda progressiva.
Iniciar a terapia auditiva com estimulação sonora precoce, para garantir a manutenção dos estímulos auditivos no tronco encefálico, prevenindo possíveis perdas futuras.
Postergar qualquer intervenção ou acompanhamento, dado que o bebê apresenta comportamento auditivo normal e os testes de emissões otoacústicas estão dentro dos padrões de normalidade.