

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
A disfagia é um dos principais distúrbios de motricidade orofacial, frequentemente observada em pacientes com doenças neurológicas como acidente vascular cerebral (AVC). Durante a avaliação de um paciente que apresenta sinais de disfagia orofaríngea, a avaliação fonoaudiológica deve incluir testes específicos para determinar o grau de comprometimento e os riscos associados, como a aspiração. Qual seria a técnica mais adequada para a avaliação detalhada da deglutição e dos riscos de aspiração em um paciente pós-AVC?
Aplicação do teste de água modificado, que avalia a capacidade de deglutição de pequenos volumes de água, observando a presença de tosse, engasgos ou alterações na frequência respiratória, com base em dados de segurança de ingestão.
Realização de eletromiografia de superfície nos músculos envolvidos no processo de deglutição para avaliar a ativação neuromuscular durante a ingestão, correlacionando os achados com o nível de comprometimento motor.
Utilização da videofluoroscopia da deglutição, associada à ingestão de alimentos de diferentes consistências misturados com bário, permitindo a visualização em tempo real das fases orofaríngeas da deglutição e possíveis penetrações ou aspirações.
Realização de uma avaliação acústica da fonação com análise das variações de frequência fundamental antes e após a deglutição, correlacionando as mudanças na voz com o nível de comprometimento laríngeo.
Aplicação do teste de deglutição funcional de Daniels, que utiliza múltiplos volumes e texturas de alimentos para observar diretamente a habilidade do paciente em coordenar respiração e deglutição, focando na análise de sinais perceptíveis de aspiração.