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A fonoaudiologia educacional também lida com a identificação e intervenção em distúrbio...

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A fonoaudiologia educacional também lida com a identificação e intervenção em distúrbios de aprendizagem, como a dislexia. Considere um aluno de 9 anos que apresenta dificuldades persistentes em leitura e escrita, com inversões frequentes de letras e uma taxa de leitura significativamente inferior à média de sua idade. A avaliação fonoaudiológica identificou dificuldades fonológicas severas. Qual seria a abordagem mais eficaz para reabilitar as habilidades de leitura e escrita desse aluno, conforme as melhores evidências?


A

Implementar um programa de reeducação fonológica intensiva, focado na consciência fonêmica e em exercícios de segmentação e fusão de sons, associado ao uso de software educacional que promove o desenvolvimento da leitura, conforme descrito por Snowling et al. (2019).


B

Aplicar a abordagem multissensorial de OrtonGillingham, que envolve o uso simultâneo de estímulos visuais, auditivos e cinestésicos para reforçar a aquisição de habilidades de leitura e escrita, conforme indicam os estudos de Shaywitz et al. (2020).


C

Utilizar um programa de treinamento visual baseado na correção de erros visuais e dislexias específicas, associado à leitura repetida de textos em voz alta, conforme sugerido por Wolf et al. (2018).


D

Adotar a terapia com feedback auditivo, permitindo ao aluno ouvir sua própria voz durante a leitura em tempo real e corrigir os erros fonológicos enquanto pratica, conforme relatado por Ramus et al. (2019).


E

Realizar sessões intensivas de treinamento em habilidades morfológicas, com foco na identificação de padrões de formação de palavras e suas relações com a fonologia, conforme orientações de Berninger et al. (2018).