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Uma criança de 5 anos, com histórico de fissura palatina corrigida, apresenta hipernasalidade e escape de ar nasal durante a produção de sons orais. Após avaliação inicial, o fonoaudiólogo suspeita de insuficiência velofaríngea (IVF). Considerando as características clínicas e os procedimentos diagnósticos disponíveis, qual seria a abordagem inicial mais adequada para o manejo desse caso?
Realizar exercícios orais não específicos, como soprar velas ou inflar balões, para fortalecer a musculatura orofacial, com o objetivo de reduzir a hipernasalidade e o escape nasal.
Focar em técnicas de articulação compensatória durante a terapia fonoaudiológica, priorizando a produção de sons orais de maior pressão para minimizar o impacto da hipernasalidade.
Iniciar o tratamento com exercícios de ressonância e modulação da voz, visando corrigir a hipernasalidade sem a necessidade de avaliação instrumental adicional.
Realizar uma avaliação funcional detalhada do fechamento velofaríngeo, utilizando exames objetivos como a nasofibroscopia ou videofluoroscopia, para confirmar a insuficiência velofaríngea e direcionar o plano terapêutico.
Priorizar a terapia de feedback auditivo para ensinar à criança a reconhecer sons hipernasais e ajustá-los de forma autônoma, sem necessidade de investigação anatômica adicional.