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Uma criança de 4 anos com histórico de fissura labiopalatina é acompanhada por equipe multiprofissional composta por cirurgião bucomaxilofacial, otorrinolaringologista, odontólogo e fonoaudiólogo. Durante a avaliação fonoaudiológica, observam-se escape aéreo nasal durante a fala, hipernasalidade e dificuldade na formação adequada do bolo alimentar. A mãe relata episódios frequentes de engasgos desde o período de introdução alimentar. Considerando as repercussões anatômicas e funcionais da fissura labiopalatina, essa condição compromete principalmente:
Articulação temporomandibular e mastigação unilateral.
Processamento auditivo central.
Fala e deglutição.
Coordenação pneumofonoarticulatória sem alterações estruturais.
Desenvolvimento cognitivo global.