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Ações mecânicas ou mudanças posturais que estimulam elementos intrínsecos à laringe para ativar a sua abertura são indicados na reabilitação de pacientes submetidos a laringectomias parciais verticais.
O princípio fundamental da reabilitação vocal do paciente submetido à laringectomia parcial vertical é o aumento do grau do fechamento glótico e diminuição do loudness (sensação psicofísica da intensidade).
Estratégias como ataques vocais bruscos, relacionados à função fonatória, não são indicados para estimulação esfinctérica da laringe.
Em relação ao envelhecimento vocal, é correto afirmar que
os estudos científicos fracassaram na descrição de um marcador que fosse único e exclusivo da senescência vocal.
dispara o início do processo de calcificação das cartilagens da laringe.
ocorre hipotonia da musculatura da laringe e consequente espessura da prega vocal.
se verifica instabilidade na mobilidade das cartilagens.

A lesão mencionada no texto é o
nódulo de prega vocal.
pólipo de prega vocal.
cisto de prega vocal.
sulco de prega vocal.
edema de Reinke.
Na maioria dos casos, a principal sequela das cirurgias de retirada dos tumores que comprometem o nível glótico é a
disfagia.
disartria.
disfonia.
disfluência.
disfunção velofaríngea.
A radioterapia pós-laringectomia prejudica as primeiras tentativas de voz esofágica por causa da fibrose, que influencia na
dificuldade postural e nos movimentos de língua e articuladores.
musculatura cervical e nas paredes da faringe e do esôfago.
deglutição e nos movimentos de língua e articuladores.
traqueostomia e nas paredes da faringe e do esôfago.
musculatura cervical e nos movimentos de língua e articuladores.
Para produzir a voz esofágica, o ar deve ser introduzido, retido e expelido do terço superior do esôfago, provocando a vibração dessa região e das paredes do esôfago cervical. A voz esofágica é percebida auditivamente como
trêmula, tensa, pitch grave, loudness reduzida.
áspera, rouca, pitch grave, loudness reduzida.
trêmula, tensa, pitch aguda, loudness aumentada.
áspera, rouca, pitch alterada, loudness aumentada.
trêmula, rouca, pitch aguda, loudness reduzida.
Na qualidade vocal do paciente submetido à laringectomia parcial vertical, destacam-se rouquidão, soprosidade e aspereza.
Num paciente que apresenta disprosódia, qual dos exercícios abaixo poderemos utilizar?
Conversa espontânea, fala seqüencial, frases com alteração de ritmo.
Repetição de vogais para controle da qualidade vocal.
Oposição de fonemas orais e nasais
Fala em alta intensidade.
Uso de cronômetro para marcar tempo de sustentação de vogais
A ação fonoaudiológica com o paciente portador de refluxo gastroesofágico e consequente disfonia envolve prioritariamente
a reabilitação da mobilidade dos esfíncteres esofágicos.
a reabilitação da função respiratória da laringe.
a reabilitação da função deglutitória da laringe.
a análise da influência do comportamento vocal como fator causal ou de manutenção da disfonia.
A principal sequela decorrente da laringectomia é em relação a função fonatória, que representa grande desafio em termos de reabilitação fonoaudiológica.
As alterações psicoemocionais são responsáveis pelas disfonias funcionais que recebem o nome de disfonias psicogênicas. Os cinco quadros típicos das disfonias psicogênicas são
fonação de conversão, uso divergente de registros, discinesias vocais, uso de falsete e espasmos de adução intermitentes.
afonia de conversão, uso divergente de registros, uso de falsete, discinesias vocais e espasmos de adução intermitentes.
fonação de conversão, nódulos vocais, discinesias vocais, falsete de conversão e espasmos de abdução intermitentes.
afonia de conversão, uso divergente de registros, falsete de conversão, sonoridade intermitente e espasmos de abdução intermitentes.
fonação de conversão, pólipos vocais, discinesias vocais, falsete de conversão e espasmos de abdução intermitentes.
Uma das estratégias utilizadas na terapia do paciente
submetido à laringectomia parcial vertical é a manobra de
cabeça tombada para trás, que se mostra útil para ativar a
abertura à fonação, quando se associam emissões silábicas
iniciadas com /
A terapia deve incluir manobras relacionadas ao desempenho das funções básicas da laringe, como a ação de proteção ao momento da deglutição, ao reflexo de tosse e ao mecanismo valvular para esforços físicos.
A principal queixa dos pacientes portadores de cisto de prega vocal é a disfonia, que se caracteriza por rebaixamento do pitch, dificuldade em regular a intensidade vocal, presença de tensão, aspereza e soprosidade.
A fenda triangular posterior é normalmente encontrada em mulheres, sem patologia vocal associada a uma inadaptação fônica.
Os dentes constituem a parte da base óssea que mais se modifica desde a infância até a idade adulta.
Existe grande variabilidade dos limiares do reflexo acústico de pacientes com perda auditiva neurossensorial.
O uso inapropriado do registro vocal é uma alteração vocal que ocorre com mais frequência em homens durante o crescimento, manifestando-se depois da puberdade.