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A timpanometria é usada para diferenciar as patologias condutivas entre si e também per...

A timpanometria é usada para diferenciar as patologias condutivas entre si e também permite inferir sobre o funcionamento da tuba auditiva. Quando a complacência de orelha média está diminuída, o som oferecido ao CAE vai ser pouco transmitido ao ouvido interno e, portanto boa parte vai ser refletida.


TIMPANOGRAMA TIPO B é:


A

Considerado normal. Ao se modificar em positiva e negativa a pressão no conduto, encontramos um pico de complacência igual que se encontra a nível de zero. A curva deve ter os pontos de complacência mínima em + e - 200 mm H2O.


B

Variante do tipo A. Não se obtém um pico de complacência apesar de haver aumento da mobilidade simétrica durante a realização do exame, tanto com pressões positivas corno negativas. É sugestiva de desarticulação da cadeia ossicular ou presença de áreas de neotímpano mais flácidas.


C

Variante do tipo A. Apresenta complacência diminuída (abaixo de 20% de mobilidade), significando rigidez da cadeia ossicular. É sugestiva de otosclerose.


D

Não há ponto de máxima complacência e não há simetria ao se testar as pressões positivas e negativas. É observada em pacientes com o sistema muito rígido, como presença de liquido ou massa na caixa.


E

O pico de complacência se dá em pressões negativas (menores que 100mm H2O), demonstrando a existência de pressões negativas na orelha média. É sugestiva de disfunção tubária.