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Na fonoaudiologia educacional, a proposta do bilinguismo é educacional, social e cultural, independente da maneira como concebe a segunda língua a ser adquirida pelo surdo. O papel do professor, dos pedagogos e dos linguistas é muito maior do que o do fonoaudiólogo. Nada impede que um fonoaudiólogo atue nos aspectos pedagógicos educacionais, linguísticos e sociais dentro de uma escola, mas o seu trabalho clínico se torna muito mais restrito, uma vez que o ambiente escolar é o que vai ser responsável pelo desenvolvimento global do surdo.
A partir do excerto, é correto afirmar que
o fonoaudiólogo apenas deve se responsabilizar por oralizar o paciente e ensinar a ele a Língua Brasileira de Sinais.
o fonoaudiólogo deve se limitar a estabelecer para pedagogos e linguistas os métodos a serem utilizados com seus pacientes.
o fonoaudiólogo deve receber dos profissionais como pedagogos e linguistas instruções sobre a metodologia a ser usada com o surdo no consultório.
essa atuação deve ser realizada numa equipe que partilhe os mesmos pressupostos teóricos.
o surdo seja atendido pelo fonoaudiólogo sem interferência da escola e, na escola, sem interferência da opinião do fonoaudiólogo.