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“A disartria refere-se a um grupo de distúrbios da fala resultantes de distúrbios no controle muscular dos mecanismos da fala em virtude de uma lesão no sistema nervoso central ou periférico, que provoca problemas na comunicação oral em decorrência de uma paralisia, fraqueza ou incoordenação da musculatura da fala.”
(ORTIZ, K. Z. Alterações de fala: disartrias e dispraxias. In: FERNANDES, F. D. M.; MENDES, B. C. A.; NAVAS, A. L. P. G. P. (Org.). Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: ROCA, 2010. p. 402- 407.)
Sobre a intervenção terapêutica fonoaudiológica na disartria, é INCORRETO o que se afirma em:
Uma das manifestações é a ininteligibilidade da fala, logo um dos principais objetivos da intervenção é trabalhar para reduzi-la.
O trabalho com as alterações de prosódia deve englobar marcadores da entonação, da melodia e do conteúdo afetivo/emocional
O objetivo da terapia fonoaudiológica independe da manifestação ser decorrente de uma doença progressiva/degenerativa do sistema nervoso ou de uma doença sem declínio das funções motoras.
Pontos fundamentais para o intervenção: respiração, fonação, ressonância, articulação e prosódia.