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“A fissura labiopalatina está entre as malformações...

“A fissura labiopalatina está entre as malformações craniofaciais mais comuns na espécie humana e decorre da falta de fusão dos processos embrionários responsáveis pela formação da face e do palato, ainda na vida intrauterina. Em razão das características embrionárias, as fissuras podem ser unilaterais, bilaterais, ou medianas e acometer o lábio, o palato ou ambos simultaneamente. Podem se manifestar isoladamente ou associar-se a quadros sindrômicos.”


(GENARO, K. F.; YAMASHITA, R. P.; TRINDADE, I. E. K. Avaliação clínica e instrumental da fala na fissura labiopalatina. In: FERNANDES, F. D. M.; MENDES, B. C. A.; NAVAS, A. L. P. G. P. (Org.). Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: ROCA, 2010. p. 488-503.)


Considerando o tema abordado, analise as afirmações seguintes.


I. Existem outras duas formas de fissura: a de palato submucosa clássica e a de palato oculta. Em ambas, não existe fissura aberta e podem passar despercebidas.

II. A fala é frequentemente afetada, pois, em muitos casos, a disfunção velofaríngea está presente quando envolve o palato, podendo permanecer mesmo após as cirurgias reparadoras primárias.

III. A avaliação deve englobar, necessariamente, o exame morfofuncional dos órgãos fonoarticulatórios, avaliação clínica da fala, da função velofaríngea e, se possível, ser complementada por avaliação instrumental como a nasolaringoscopia, a nasometria, entre outros.

IV. Na fissura labiopalatina, a abordagem terapêutica independe dos aspectos fisiológicos e estruturais dos órgãos fonoarticulatórios.


É CORRETO o que se afirma APENAS em:


A

I e II.


B

I, II e III.


C

III e IV.


D

II, III e IV.