O geógrafo Paulo César da Costa Gomes, em seu livro
Quadros geográficos, apresenta uma ideia mais ampla sobre
o papel do geógrafo na contemporaneidade, definindo,
dessa forma, uma característica peculiar à ciência geográfica.
Para ele, os sistemas de localização de pessoas,
objetos ou fenômenos como questão central da geografia
conferem à descrição uma narrativa que carece ser revalorizada.
Nesta direção, o autor
A
abandona o debate sobre qual seria a categoria central
da geografia, valorizando uma narrativa ampla
que confirma o seu caráter próprio de ciência.
B
assume que a geografia é uma forma original de estruturação
do pensamento, cuja base da explicação é
o quadro geográfico.
C
concorda e reitera que a ciência geográfica é aquela
responsável por estudar o espaço terrestre em suas
múltiplas dimensões.
D
abandona a ideia de que a descrição da paisagem
seja essencial à epistemologia geográfica.