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Observe o mapa abaixo:

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No mapa são apresentadas as áreas mais devastadas da Amazônia até o final da década de 90, em conseqüência das ações e/ou intervenções antrópicas. Em cada umas dessas áreas, as ações foram diferenciadas. Nesse sentido, é verdadeiro afirmar que


A
o Sul da região – que abrange desde a parte meridional do Acre, todo o Estado de Rondônia, o Norte de Mato Grosso até o Tocantins – corresponde a áreas pouco devastadas, onde ainda dominam as atividades extrativas tradicionais, e passa por um lento processo de transformação; as poucas áreas degradadas são conseqüência das atividades garimpeiras lá instaladas.

B
há, às proximidades de Manaus, um dos espaços de intensa devastação ambiental, fruto não só da expansão urbana e da concentração industrial provocada pela Zona Franca, como também da ação de garimpeiros e da presença de um grande número de assentamentos rurais.

C
um dos espaços de maior devastação e modificação das paisagens naturais é o chamado "arco do desmatamento", cujos limites incluem o Sudeste do Maranhão, o Norte de Tocantins, o Sul/Sudeste do Pará, o Norte de Mato Grosso, o Estado de Rondônia, chegando ao Sul do Amazonas e do Acre, onde atividades como a agropecuária e a exploração madeireira são fatores preponderantes de devastação.

D
as fronteiras setentrionais são consideradas espaços de lento processo de transformação, graças à ação efetiva da política preservacionista mantida pelas forças armadas, por meio do Projeto Calha Norte, que mantém postos nessas áreas; as pequenas manchas de devastação correspondem aos núcleos de povoamento ao longo da Perimetral-Norte.