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Observe a charge para assinalar a alternativa que melhor explica a realidade espacial/urbana expressa no desenho e presente na Região Metropolitana de São Paulo, a partir de 1980, especialmente em áreas periféricas da Zona Oeste. Trata-se de uma forma de:
Exclusão social: a parte de maior poder aquisitivo se relaciona com a vizinhança, pobre, favelizada, para explorar o trabalho doméstico, com o pagamento de baixos salários, pela falta de concorrência.
Segregação socioespacial: a classe com maior poder econômico produz espaços privatizados, verdadeiros enclaves monitorados para residência, consumo, lazer e trabalho, isolados da vida do bairro e da cidade.
Padrão Centro-Periferia: os Condomínios Horizontais Fechados (CHF) ficam onde tem boa infraestrutura e melhores investimentos, enquanto a população de baixa renda se desloca e ocupa a menos valorizada.
Vulnerabilidade socioambiental: de um lado, condições ambientais propícias a uma vida saudável, enquanto no outro predomina o adensamento populacional, que torna a população mais sensível às epidemias.
Exclusão urbana: as diferenças observadas nas condições de moradias, causadas pela especulação imobiliária, pressionam as populações pobres e lhes tiram o direito à cidade e à vida urbana.