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Observe o mapa a seguir.

Fonte: Instituto de Mudanças Climáticas e Regulação de Serviços Ambientais do Acre (IMC/AC).
Combinando as características geológicas, geomorfológicas, climáticas, hidrográficas e sociohistóricas, marque a alternativa que melhor explica a distribuição das sedes municipais no mapa apresentado.
O padrão espacial de ocupação tem a ver com o substrato rochoso monolítico e carbonático no estado do Acre. Isso, por sua porosidade, permite ação do processo de intemperismo químico, formando grandes rios e relevos de planície e de colinas, favorecendo a instalação de grandes cidades nos interflúvios.
A disponibilidade hídrica no estado do Acre é privilegiada na porção do Purus e do Tarauacá-Envira. Considerando que o clima equatorial úmido e o sítio geográfico do território estadual se estende sobre uma base morfoestrutural menos proeminente e declivosa, com predominância de chapadas e de morrotes, formados no pré-cambriano.
Os terrenos do estado do Acre são formados, majoritariamente, por sedimentos recentes, basicamente do Terciário e Quaternário. Isso contribui para a infiltração de água, a formação de grandes planícies e a alta densidade hidrográfica, cooperando para o padrão de ocupação, mais intenso na fronteira com RO.
A maior parte do território do Acre foi constituído sobre formações mais antigas, datadas dos éons proterozoico e fanerozoico. Isto é, de tipos ígneos/extrusivos, compondo uma paisagem de grandes planaltos e rios caudalosos, pouco desenvolvidos e densos, por onde se estabeleceram acampamentos como Rio Branco e Cruzeiro do Sul.