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A classificação do relevo brasileiro pautada em imagens de radares é mais detalhada e precisa que outras. Como demonstrado na figura a seguir, há três tipos de compartimento no território nacional: planaltos, depressões e planícies.

Disponível em: https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/101741/Screenshot_9.png. Acesso em: 10 out. 2024.
A conclusão, em relação a essa classificação, pode ser identificada em:
Depressão é um relevo abaulado, rebaixado em relação ao seu entorno, na qual predominam os processos sedimentares. As principais são a da Amazônia e a Sertaneja do rio São Francisco.
Planalto é uma superfície plana de altitude igual ou inferior a 100 metros, na qual predominam acúmulos recentes de sedimentos. No Brasil, destacam-se o planalto do Pantanal e o Amazônico.
Os planaltos foram classificados a partir de formações geológicas diferentes. As serras e as montanhas rebaixadas entram na classificação de planaltos de dobramentos antigos. Os planaltos em bacias sedimentares mudaram a sua dinâmica de erosão.
A depressão é uma superfície irregular e de altitude inferior a 300 metros, na qual predominam processos erosivos em terrenos formados por rochas cristalinas. Entre as principais depressões, estão as chapadas dos rios Parnaíba, Paraná e Amazônia.
As planícies são largas e acompanham o curso dos rios, além de grande parte do litoral e do Pantanal mato-grossense. Esses compartimentos são áreas de erosão localizadas em regiões que inundam, como as várzeas dos rios, o Pantanal e a Amazônia.