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Sobre o Cinturão Orogênico do Atlântico, que possui uma faixa de grande complexidade litológica e estrutural, com predominância de rochas metamórficas de diferentes tipos e idades e, secundariamente, intrusivas, é possível afirmar o que se encontra na alternativa:
(ROSS, J. L. S. Ecogeografia do Brasil.
São Paulo: Oficina de Textos, 2006)
Os depósitos marinhos e continentais formaram as rochas dessa unidade, onde são encontrados arenitos de diferentes idades e granulações, às vezes intercalados por siltitos, argilitos e calcários.
Os terrenos elevados desse cinturão são resultantes de dobramentos, de falhamentos extensos e das grandes massas intrusivas, como é o caso do maciço de Itatiaia, da Ilha de São Sebastião, do maciço de Poços de Caldas, entre inúmeros outros.
Essa unidade, formada no Cenozoico, período Terciário, é encontrada mais extensivamente na parte ocidental da bacia Amazônica, onde se localiza a depressão da Amazônia Ocidental, e no litoral do Nordeste.
Estende-se desde o sul do estado de Tocantins até o sudeste de Minas Gerais. O relevo que se desenvolveu nessa área é de serras alongadas e estreitas, em alguns trechos associado com chapadas de topos planos e altos.
Estende-se desde o norte de Goiás e Tocantins até Mato Grosso, na região de Cuiabá, reaparecendo na extremidade sul do Pantanal, na serra da Bodoquena. É constituído por várias serras geradas por dobramentos antigos e que se encontram preservados.