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Considere o excerto abaixo.
“A concepção dessa proposta, a nível de Brasil, considerando o elevado grau de generalização necessário e em função da escala de representação e finalidade a qual se presta, leva em consideração o estrutural, mas sobretudo valoriza o modelado representado aqui pelas macros compartimentações que o relevo brasileiro apresenta. Desse modo, o primeiro taxon considerado é eminentemente geomorfológico, representado pelos Planaltos, Depressões e Planícies. O segundo taxon tenta classificar os planaltos em função do caráter estrutural que apresentam e, desse modo, surge os Planaltos esculpidos em: Bacias Sedimentares; Intrusões e Coberturas Residuais de Plataforma; Núcleos Cristalinos Arqueados; Cinturões Orogênicos. O terceiro taxon é o que define nominalmente cada uma das unidades morfoesculturais. Este se aplica tanto aos Planaltos, como as Depressões e Planícies. Dentro dessa concepção teórico-metodológica, chegou-se a vinte e oito macros unidades geomorfológicas, que denominou-se de unidades morfoestruturais.”
https://www.revistas.usp.br/rdg/article/download/47094/50815/56784[Adaptado]
Entre essas unidades morfoestruturais, estão os Planaltos em Núcleos Cristalinos Arqueados, que é subdividido em
Planalto da Borborema e Planalto Sul-rio-grandense.
Planalto da Amazônia Oriental e Planalto da Amazônia Ocidental.
Planaltos Residuais Sul-amazônicos e Planaltos Residuais Norte-amazônicos.
Planaltos e Chapadas da Bacia do Parnaíba e Planaltos e Chapadas da Bacia do Paraná.