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Em 1980, o Partido Comunista da China anunciou a vigência da Política do Filho Único, que veio a durar mais de trinta e cinco anos, mas foi destituída em 2015, o que acarretou efeitos sociais e econômicos sentidos até nos dias atuais. Sobre os impactos pós-adoção da política do filho único,
as famílias chinesas foram forçadas a renunciarem às suas tradições culturais milenares, resultando na completa perda de identidade cultural do país, com todos os cidadãos adotando um estilo de vida uniforme.
a população chinesa encolheu dramaticamente, causando uma escassez aguda de mão de obra que comprometeu o desenvolvimento econômico do país.
a discriminação dos recém-nascidos de sexo feminino tornou-se evidente, resultando em situações como o não registro, o abandono e a morte de meninas recém-nascidas.
da criatividade e inovação na cultura chinesa diminuiu, uma vez que as famílias não podiam mais incentivar a expressão individual de seus filhos, levando a uma sociedade culturalmente estagnada.