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A partir da incorporação das teorias da geopolítica crítica e dos estudos pós-estruturalistas, a geografia política contemporânea rompe com a concepção clássica do território como extensão fixa e domínio absoluto do Estado. Nessa chave teórica, o território é entendido como produto relacional, constituído por múltiplos atores, escalas e normatividades. Assinale a alternativa que expressa, com maior precisão, essa perspectiva crítica.
A soberania territorial se fundamenta na dominação geofísica, bastando o controle militar de fronteiras e recursos naturais.
O Estado exerce controle territorial absoluto, independentemente das dinâmicas sociotécnicas transnacionais.
A política territorial depende da estabilidade geográfica, o que a torna imune a processos de desterritorialização digital.
As fronteiras territoriais são exclusivamente definidas por acordos jurídicos entre Estados soberanos, sem influência social.
O território é constituído por múltiplas redes de poder, sendo tensionado por atores estatais e não estatais em escalas locais e globais.