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O modelo clássico da Transição Demográfica, elaborado com base na experiência europeia, pressupõe que a queda da mortalidade antecede a queda da fecundidade. Pesquisas contemporâneas, entretanto, apontam fenômenos como transições truncadas e padrões reentrantes de fecundidade, desafiando sua universalidade. Com base nesse contexto, é possível afirmar que:
O modelo é aplicável a todas as sociedades por se fundamentar em leis biológicas invariáveis.
As transições reversas reforçam a necessidade de explicações biológicas, dando pouca importância aos fatores socioculturais.
As transições truncadas demonstram que a queda da fecundidade ocorre automaticamente após a redução da mortalidade.
Os padrões demográficos não lineares revelam limites do modelo clássico e a influência de fatores socioculturais, econômicos e institucionais.
O modelo clássico permanece suficiente, já que todos os países alcançam o estágio final da transição demográfica.