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O planejamento e a avaliação são processos indissociáveis e centrais na prática docente, exigindo do professor de Geografia uma visão contínua e formativa. O planejamento deve estar alinhado às competências e habilidades da BNCC (Lei nº 9.394/1996) e considerar o contexto da turma e as diferentes linguagens da área (cartográfica, gráfica e escrita). A avaliação, por sua vez, deve ser um instrumento diagnóstico, regulador e de reflexão sobre o processo de ensino-aprendizagem, visando aprimorar as metodologias e não apenas classificar o estudante. A escolha de métodos e instrumentos deve refletir a complexidade do Raciocínio Geográfico.
Sobre os fundamentos do Planejamento e da Avaliação Pedagógica no Ensino de Geografia, assinale a alternativa INCORRETA:
A avaliação deve ser um processo diagnóstico e formativo, utilizando múltiplos instrumentos (produção de mapas, seminários, debates e provas) para que o professor monitore o desenvolvimento do Raciocínio Geográfico do aluno ao longo do ano.
A principal função da Avaliação Classificatória (ou somativa) é oferecer ao professor dados sobre as dificuldades específicas de cada aluno, servindo como ponto de partida para a replanificação das intervenções didáticas e dos métodos de ensino.
O Planejamento Pedagógico para o ensino de Geografia deve ser flexível e revisável, partindo da realidade dos alunos (seus Lugares e Paisagens) e garantindo que os objetivos de aprendizagem estejam articulados com as competências gerais da BNCC.
O uso de Portfólios Geográficos é uma ferramenta de avaliação válida, pois permite que o aluno organize e reflita sobre o próprio processo de construção do conhecimento, demonstrando a evolução de seu pensamento crítico-espacial.