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Um analista avalia a agropecuária brasileira e mundial em 2026, considerando: (i) volatilidade de preços de grãos e carnes, (ii) dependência de insumos estratégicos (fertilizantes e defensivos), (iii) exigências de rastreabilidade e padrões ambientais nas cadeias globais, e (iv) diferenças entre modelos produtivos (subsídios, produtividade, logística e uso do solo). Com base nessas variáveis, assinale a alternativa CORRETA.
O Brasil combina alta relevância exportadora em grãos e proteínas com ganhos por tecnologia e escala, mas mantém vulnerabilidades em insumos importados e sofre crescente pressão de barreiras não tarifárias (sanitárias/ambientais), exigindo intensificação sustentável.
As exigências de rastreabilidade e de redução de emissões afetam apenas países desenvolvidos, enquanto exportadores tropicais são pouco impactados, já que compradores priorizam preço e volume independentemente da origem e do uso do solo.
A agropecuária mundial tende à autossuficiência nacional, com queda estrutural do comércio de commodities, de modo que a logística e os acordos comerciais têm pouca influência sobre preços e fluxos de soja, milho e carnes.
A competitividade do Brasil decorre principalmente de subsídios diretos comparáveis aos de EUA e UE, o que reduz a exposição externa a preços e insumos, tornando secundárias as barreiras sanitárias e ambientais no comércio.