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Em uma região metropolitana, dados recentes indicam: crescimento do trabalho por aplicativo e de contratos intermitentes; aumento da informalidade em áreas periféricas; ampliação do tempo médio de deslocamento casa−trabalho; maior concentração de renda no topo; e expansão de assentamentos precários próximos a zonas de risco. Paralelamente, o poder público intensifica parcerias com empresas privadas para serviços urbanos, enquanto movimentos sociais denunciam barreiras de acesso a direitos e práticas de discriminação territorial.
Considerando desigualdades sociais e formas contemporâneas de exploração humana, assinale a alternativa CORRETA:
O quadro sugere reprodução de desigualdades pela combinação entre precarização do trabalho, segregação socioespacial e assimetrias de acesso a direitos, configurando exploração em novas formas de subordinação econômica e territorial.
O caso demonstra que tempo de deslocamento e moradia precária são variáveis individuais, sem relação com estrutura econômica, divisão social do trabalho ou políticas urbanas.
A situação revela neutralização de conflitos sociais, já que parcerias público-privadas substituem disputas por direitos e eliminam discriminação territorial e barreiras de acesso.
O cenário indica redução estrutural das desigualdades, pois a informalidade amplia autonomia e a concentração de renda tende a melhorar o bem-estar coletivo por efeito de "gotejamento".