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No contexto de um bloco econômico que busca a livre circulação de bens e a redução de assimetrias produtivas entre seus membros, um país-membro passa a conceder subsídios elevados e contínuos à sua produção agrícola, permitindo que seus produtos sejam exportados aos demais países do bloco a preços artificialmente reduzidos. Considerando esse contexto, podemos afirmar que:
Trata-se de uma prática legítima de política industrial interna, cujos efeitos sobre os demais países-membros são neutralizados automaticamente pela concorrência intrabloco.
Representa uma falha de mercado exclusivamente doméstica, cujos impactos se restringem ao território do país que concede os subsídios.
Caracteriza um processo de convergência econômica, uma vez que a redução de preços agrícolas beneficia igualmente consumidores e produtores de todos os países do bloco.
Configura uma externalidade intra-bloco negativa, pois a política adotada por um país afeta a competitividade, a renda e a estrutura produtiva dos demais, sem a existência de mecanismos regionais de compensação.
Expressa um mecanismo típico de integração profunda, no qual políticas nacionais assimétricas são estimuladas para acelerar a especialização produtiva regional.