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Na obra O que é geopolítica, de Demétrio Magnoli, na seção “O Estado Geopolítico”, especialmente no tópico “Os satélites brasileiros no Prata”, o autor examina a manobra estratégica brasileira na região platina, articulando infraestrutura, fluxos econômicos, eixos de circulação e influência regional.
Considerando o argumento desenvolvido no texto, assinale a alternativa que interpreta corretamente o conceito geopolítico empregado para caracterizar a mudança da estratégia brasileira nessa região.
A separação estratégica designa a passagem de uma política exterior ativa para uma defesa territorial estática, pela qual o Brasil abandona a cooperação regional e redefine suas fronteiras como barreiras de isolamento platino - por uma política exterior ativa, que substitui as ideias de demarcação e separação pelas noções de integração e cooperação.
A dependência platina designa a preservação das fronteiras mortas por meio de uma política exterior defensiva, destinada a manter Bolívia e Paraguai vinculados ao eixo fluvial norte-sul, tradicionalmente polarizado por Buenos Aires - por uma política exterior ativa, que substitui as ideias de demarcação e separação pelas noções de integração e cooperação.
A contenção fronteiriça designa a recomposição das fronteiras brasileiras na bacia do Prata mediante territórios federais subordinados ao poder central, voltados à defesa passiva dos vazios demográficos e econômicos limítrofes - por uma política exterior ativa, que substitui as ideias de demarcação e separação pelas noções de integração e cooperação.
A satelização defensiva designa a estratégia brasileira de conservar áreas fronteiriças como domínios jurídicos passivos, evitando a integração econômica regional e preservando a separação entre os espaços nacionais da bacia platina - por uma política exterior ativa, que substitui as ideias de demarcação e separação pelas noções de integração e cooperação.
As fronteiras vivas designam a substituição das fronteiras mortas — áreas de vazios demográficos e econômicos, domínios jurídicos limítrofes passivamente defendidos por territórios federais — por uma política exterior ativa, que substitui as ideias de demarcação e separação pelas noções de integração e cooperação.