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TEXTO I

TEXTO II
O modelo vigente caracteriza uma nova morfologia do trabalho, marcada pela precarização, pela flexibilização extrema das relações trabalhistas e pela transferência dos riscos da atividade produtiva para o trabalhador.
ANTUNES, R. A nova morfologia do trabalho e as formas diferenciadas da reestruturação produtiva no Brasil dos anos 1990. Sociologia, Revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 2014.
A partir da análise da imagem e da referência teórica, a situação retratada expressa principalmente:
A consolidação do empreendedorismo individual como forma de superação das desigualdades sociais.
A formalização das relações de trabalho no contexto da economia digital.
A intensificação da precarização do trabalho por meio da chamada “uberização”.
A ampliação dos direitos trabalhistas garantidos pelas novas tecnologias.
A substituição completa do trabalho humano pela automação digital.