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A expansão colonial buscava matérias-primas e força de trabalho de baixo custo em sociedades tratadas como exteriores ao espaço capitalista plenamente produzido. Ao mesmo tempo, a acumulação exigia transformar esses territórios em mercados e submetê-los crescentemente às relações de produção, circulação e consumo. Assinale a alternativa que expressa tal dinâmica de forças.
O colonialismo constituiu um fixo espacial exterior que permaneceu separado do espaço produzido pelo capital, pois a troca internacional não modificou as relações internas das sociedades colonizadas.
A integração global internalizou os territórios coloniais ao equalizar salários, mercados e condições de produção, reduzindo progressivamente a diferenciação espacial da força de trabalho.
O colonialismo articulou territórios exteriores sobretudo por vínculos comerciais e políticos; sua transformação em espaços de produção foi posterior e independente da acumulação capitalista global.
O colonialismo funcionou como um tipo de fixo espacial “exterior”; com a integração global, esse espaço foi internalizado e produzido como parte da geografia do capitalismo — processo situado no âmago do “desenvolvimento do subdesenvolvimento”.
A acumulação capitalista depende da conservação permanente de espaços exteriores não integrados, pois sua incorporação como mercados e áreas produtivas eliminaria as diferenças necessárias à expansão.