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Incorporação de novas áreas, densificação do uso do solo, deterioração e renovação urbana, deslocamento de infraestrutura e mudança do conteúdo social dos bairros não resultam de processos aleatórios. São ações de grupos concretos, realizadas dentro de um marco jurídico que regula a propriedade e o uso da terra, mas que não é neutro diante das relações de poder. Neste contexto de discussão, qual alternativa identifica os agentes produtores do espaço urbano e a base comum de suas ações?
Os agentes são proprietários dos meios de produção, proprietários fundiários, promotores imobiliários, Estado e instituições financeiras; grupos sociais excluídos interferem nos usos, mas não são considerados produtores autônomos de formas urbanas.
Os agentes são proprietários dos meios de produção, sobretudo grandes industriais; proprietários fundiários; promotores imobiliários; Estado; e grupos sociais excluídos. Suas ações derivam da acumulação, da reprodução das relações de produção e dos conflitos de classe.
Os agentes são proprietários industriais e fundiários, promotores imobiliários, Estado e grupos sociais excluídos; suas estratégias são reguladas por um marco jurídico formalmente geral e suficientemente neutro para assegurar condições equivalentes de atuação.
Os agentes incluem proprietários dos meios de produção e da terra, promotores imobiliários, Estado e grupos excluídos; estes últimos intervêm sobretudo como reação a decisões anteriores e não produzem formas espaciais relativamente autônomas.
Os agentes incluem proprietários, promotores, Estado e grupos sociais excluídos; apesar de interesses distintos, suas estratégias convergem quando a integração dos capitais reduz conflitos entre propriedade, produção, circulação e moradia.