“A fronteira amazônica não é semelhante nem ao movimento de produtores familiares que caracterizaram a fronteira dos EUA no século XIX, nem às frentes pioneiras que se desenvolveram no centro-sul brasileiro na metade do século XX.”
BECKER, Bertha. Amazônia. Série Princípios. São Paulo: Ática, 1990.
grande diversidade de possibilidades econômicas, o que fez surgirem unidades de produção completamente distintas em cada um dos estados amazônicos, desde o século XVII.
ausência de recursos naturais que justificassem a estratégia de ampliação das fronteiras ocidentais brasileiras.
presença de uma população nativa que impedia a permanência de colonizadores na região.
desconhecimento da abrangência da bacia amazônica e de suas vias de penetração para o interior da região.
cumprimento do princípio do uti possidetis até os dias de hoje, o que garante, juridicamente, a internacionalização da Amazônia.