

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Leia o fragmento a seguir.
-
“O número total de refugiados no País aumentou 12% em 2016, informa o relatório sobre refúgio no Brasil do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O Dia Mundial do Refugiado é lembrado nesta quarta-feira, 21 de junho.
Até o final do ano passado, foram reconhecidos 9.552 refugiados de 82 nacionalidades. Desses, 8.522 foram reconhecidos por vias tradicionais de elegibilidade, 713 chegaram ao Brasil por meio de reassentamento e a 317 foram estendidos os efeitos da condição de refugiado de algum familiar. Os refugiados reconhecidos em 2016 são em maior parte da Síria (326)”...
-
Fonte: http://www.brasil.gov.br/cidadania-ejustica/2017/06/numero-de-refugiados-no-brasil-aumentou-12- em-2016
-
Nos últimos doze meses, a maior quantidade de solicitantes de refúgio para o Brasil, entre os países sulamericanos, foi do seguinte país:
Equador.
Guiana.
Venezuela.
Paraguai.
Leia o trecho a seguir.
A União Europeia (UE) se encontra em um profundo debate sobre migração. Desde que as ondas de migrantes começaram a chegar à costa da Europa, os países deram respostas muito diferentes, variando de uma recusa completa a aceitá-los e críticas a países que “não fazem a sua parte”. Em um esforço para resolver o problema, a UE se encontra ainda mais dividida.
Disponível em: < https://www.gazetadopovo.com.br/ mundo/5-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-imigracao-na-uniao-europeia-6myuwmg7vnozg6fcf7ilykjpq >. Acesso em: 21 jul. 2018 (Adaptação).
Os fluxos de imigrantes ilegais e refugiados somam-se, em países membros da União Europeia, a outros desafios à manutenção da unidade e coesão entre os membros do bloco.
Sobre os desafios à manutenção da União Europeia, assinale a alternativa incorreta.
A ascensão de partidos ultraconservadores / nacionalistas vem se tornando uma ameaça à unidade da UE, por apresentarem, em geral, uma visão cética em relação ao futuro do bloco, e à defesa da soberania das nações e ao controle de fronteiras.
A resistência de membros do bloco em seguirem instruções da Troika, tais como desoneração do serviço público, reformas na previdência e corte nos gastos em serviços sociais, gera discussões lideradas por países credores.
As dívidas de países do continente africano geram conflitos, entre os credores do bloco, sem consenso a respeito da adoção de uma atitude uniforme, visto que as condições para saldar os compromissos inexistem na atual conjuntura político-econômica dos endividados.
As dívidas públicas elevadas e o não cumprimento do Pacto de Estabilidade – acordado com o Banco Central Europeu – por alguns países vêm gerando divergências no bloco em relação a recursos destinados ao socorro financeiro dos inadimplentes.
A ONU estima que 258 milhões de pessoas morem fora de seu país de origem – o que representa 3,4% da população mundial. Com quase 50 milhões de imigrantes, legais ou não, os EUA têm 15% da população formada por estrangeiros. Em seguida, estão Arábia Saudita e Alemanha, com 12,2 milhões de estrangeiros cada – o que representa 37% da população em território saudita e 15% no país de Angela Merkel. [...] Rússia, Japão e Paquistão têm, respectivamente, 8,1%, 1,8% e 1,7% de estrangeiros. [...] Argentina tem 4,9%, Chile 2,7% e Paraguai 2,4%.
Evolução da população e de estrangeiros no Brasil.
ANO | 1940 | 1950 | 1960 | 1970 | 1980 | 1990 | 2000 | 2010 | 2018 |
População total *(em milhões) | 41 | 52 | 70 | 93 | 119 | 147 | 170 | 191 | 208 |
População estrangeira *(em milhões) | 1,4 | 1,2 | 1,4 | 1,2 | 1,1 | 0,767 | 0,447 | 0,683 | 0,750 |
*Dados aproximados.
(Fonte do texto e das informações: adaptado de <https://www.uol/noticias/especiais/imigrantes-brasil-venezuelanos-refugiados-media-mundial.htm#menos-imigrantes-do-que-argentina-e-paraguai?>.)
Levando em consideração o texto e os dados apresentados, assinale a alternativa correta.
O número de estrangeiros, no Brasil, é proporcionalmente maior que na Argentina e no Paraguai, haja vista que esses países possuem menor população.
No Brasil, em razão do tamanho da sua população e da quantidade de estrangeiros, pode-se dizer há um equilíbrio entre ambos, se comparado aos EUA e à Alemanha, por exemplo.
As informações do texto e os dados da tabela evidenciam que o Brasil é pouco atrativo para estrangeiros, se comparado aos outros países.
O Brasil, por ser conhecido por ter boas políticas de Estado em relação à migração, tem apresentado historicamente um crescente interesse por parte dos estrangeiros migrantes.
A política de incentivo à migração, integrando-os à economia, faz com que os EUA se tornem o país mais visado para estrangeiros.
Um novo relatório lançado pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) no dia 3 de novembro de 2017, em Genebra, alerta que a discriminação, a exclusão social e a perseguição fazem parte da realidade de muitas das minorias apátridas pelo mundo e pede uma ação imediata para assegurar a igualdade do direito à nacionalidade de todas as pessoas. Mais de 75% das populações conhecidas de apátridas pertencem a grupos minoritários, diz o relatório.
Internet: <https://nacoesunidas.org> (com adaptações).
Acerca do assunto abordado no texto, assinale a alternativa correta.
A ocorrência de apatridia limita‐se a situações causadas pela discriminação com base na etnia, na religião ou no gênero.
O Brasil integra um seleto grupo de países que sempre reconheceu, desde a criação da ONU, em 1948, a condição de apátrida a pessoas que vivem no território nacional.
Segundo a ONU, cerca de dez milhões de pessoas são apátridas, vivendo um limbo jurídico, situação que, não raro, subsiste do nascimento ao túmulo.
Em decorrência da inexistência do Estado palestino, cidadãos de origem palestina que morem em outros países, na Cisjordânia ou em Gaza são considerados, pela ONU, como apátridas.
Mianmar, antiga Birmânia, país de maioria budista, nega cidadania a quase um milhão de integrantes da etnia muçulmana yazidi, que constituem a mais expressiva minoria apátrida do mundo.
Em 2017, o número de pessoas deslocadas por guerras, violência e perseguições bateu um novo recorde pelo quinto ano consecutivo. Do total de indivíduos forçados a se deslocar, 25,4 milhões haviam cruzado fronteiras, tornando-se refugiados. Os números são do relatório anual Tendências Globais, divulgado pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).
A respeito de tal situação, é correto afirmar que:
a grande maioria dos refugiados está nos países “desenvolvidos”, muitos dos quais são absorvidos como força de trabalho útil em realidades de envelhecimento demográfico.
boa parte dos refugiados vão para países vizinhos aos de seus locais de origem.
o deslocamento em grande escala através das fronteiras é muito comum e a minoria das pessoas forçadas a fugir permanecem deslocadas internas e continuam a viver dentro de seus próprios países.
depois da Síria, a Venezuela é hoje o segundo país que possui o maior grupo de refugiados do mundo.
a maioria dos refugiados é adulta ou idosa e vive predominantemente em áreas urbanas, não em acampamentos ou áreas rurais.
Observe os indicadores sociais abaixo:
Mortalidade infantil (até 5 anos) para cada mil nascidos vivos (2010) | Média de esperança de vida (2010), em anos |
63,0 | 61,6 |
Analisando os indicadores sociais acima podemos corretamente associá-los ao seguinte país:
Portugal.
Suécia.
Noruega.
Papua Nova Guiné.
No Brasil, os fluxos migratórios determinaram a ocupação das grandes extensões do território.
Sobre as migrações internas no pais, marque V nas afirmativas verdadeiras e F, nas falsas.
( ) Nas últimas décadas do século XIX, durante o ciclo da borracha, mineiros e paulistas ajudaram a povoar a Região Norte.
( ) O Centro-Oeste, dentre outras razões, devido à expansão do agronegócio, foi a região brasileira que mais recebeu imigrantes no começo do século XXI.
( ) Durante toda a história das migrações interregionais do país, a Região Sudeste é a que mais retém imigrantes oriundos das outras regiões.
( ) A região com maior número de emigrantes para outras regiões continua sendo a Nordeste, seguida pela Sudeste.
( ) A marca do atual período é o predomínio da migração de curta distância, com deslocamento dentro das regiões e dos estados.
A alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo, é a
V F V V F
F F V F V
V F F F V
F V F V V
V V F V F
A partir da segunda metade do século XX ampliaram-se as correntes migratórias em nível mundial. Sobre essas correntes, é correto afirmar que
desde os anos de 1990, os países subdesenvolvidos industrializados são os que menos contribuem para a ampliação das correntes migratórias.
a consolidação dos blocos econômicos tem incentivado as migrações intra-bloco, citando-se como exemplo o que ocorre no Nafta e no Mercosul.
o continente europeu é o que mais recebe imigrantes que buscam usufruir das boas condições de vida e da grande receptividade da população.
a partir da década de 1980, a ascensão do neoliberalismo, sobretudo nos países ricos, representou um fator que contribuiu para atrair imigrantes.
os países ricos se beneficiam da migração de populações dos países pobres para suprir a necessidade de trabalhadores de baixa qualificação.
Considerando-se os conhecimentos referentes à imigração e à urbanização mundial, marque V nas afirmativas verdadeiras e F, nas falsas.
( ) As megalópoles, aglomerações urbanas resultantes da conurbação de metrópoles, constituem um fenômeno exclusivamente tipico, dos países situados no Hemisfério Norte.
( ) O grande número de migrantes que deixa seus países em busca de melhores condições de vida tem levado os países ricos a endurecer a política de imigração e a fortificar as fronteiras.
( ) Atualmente, a formação de megacidades, centros urbanos com população acima de 10 milhões de pessoas, é uma característica de países em desenvolvimento, como Brasil, a índia e a China.
( ) O fluxo migratório para os países desenvolvidos deverá diminuir nas próximas décadas, em razão do aumento da fecundidade, aliado ao rejuvenescimento desses países.
( ) As cidades globais possuem uma relativa influência econômica, política e cultural no cenário mundial.
A alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo, é a
V V V F V
V V F V F
V F F V V
F F V F F
F V V F V
A Europa recebeu em 2015 refugiados, a maioria de um país em guerra civil, assinale a alternativa que se refere a tal país:
Venezuela
Arábia Saudita
Iraque
Síria
Analise o gráfico a seguir.
Origem da população que solicitou residência na União Europeia, 2014.

Disponível em: <http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/09/150904_graficos_imigracao_europa_rm>. Acesso em: 20 abr 2016.[Adaptado].
O gráfico registra uma grave crise migratória mundial. Os motivos que levaram, em 2014, parte da população do país com o maior índice de migrantes e refugiados a sair de seu território de origem devem-se
ao agravamento da ofensiva do grupo jihadista e à longa duração da guerra nesse país.
à luta de mais de 40 anos pela independência política e territorial, nesse país.
ao modo pelo qual o território desse país foi dividido, desconsiderando particularidades dos ideais socialistas e separatistas.
às questões religiosas, econômicas, territoriais e étnicas, que desencadeiam uma série de conflitos com os países vizinhos.
“A Anistia Internacional, com sede em Londres, publicou em 2015 um estudo denominado Europe’s Sinking Shame – The failure to save refugees and migrants at sea em que trata da onda de imigração de milhares de pessoas, principalmente destinadas à Europa. Esta onda de migração, que ocorre através de viagens marítimas, consumiu cerca de 3.500 vidas ao longo do ano de 2014 em acidentes. Durante os três primeiros meses de 2015 o número de refugiados atingiu a marca de 21.000 pessoas que desembarcaram na Itália. Entretanto, o número de mortes só tem aumentado.”
(Disponível em: http://www.personaexpt.com/#!migraes-em-massa-na-europa/ce31)
Dentre as principais causas dessa migração em massa está:
A onda de conflitos no Oriente Médio que faz com que cada vez mais pessoas procurem abrigo na Europa.
A política de “proteção global” que os países europeus defendem como sustentável diante da expansão do fenômeno da globalização.
O apoio a estes migrantes, através da abertura de rotas terrestres e menor burocracia nos vistos por parte da maioria dos países europeus.
O aumento do número de abrigos de refugiados oferecidos pelo governo europeu, garantindo-lhes proteção internacional e ações humanitárias ao redor Mar Mediterrâneo.
No mundo atual, a intensificação dos fluxos migratórios internacionais é acompanhada por um acirramento de políticas e ações praticadas pelos países de destino voltadas para o impedimento e/ou diversas maneiras de contenção da entrada de imigrantes e refugiados. As migrações internacionais ganham importância central entre os processos que expressam a chamada globalização. Em meados da década de 1980, o então secretário da Organização Mundial para a Cooperação Econômica e Desenvolvimento abordou a tendência do crescimento das migrações internacionais fazendo uma analogia com a seguinte lei elementar da Física: “Uma corrente elétrica corre mais livremente entre dois polos quanto maior a potencial diferença entre eles e quanto mais baixa a resistência do circuito”.
Observe abaixo o desenho que representa a lei da Física citada.

A opção que apresenta uma compreensão INCORRETA sobre a analogia feita para as migrações internacionais é:
os pontos A e B representam respectivamente os países de imigração e os países de destino dos migrantes.
no quadro atual mais geral das migrações internacionais, os pontos A e B representam respectivamente os países pobres que enfrentam sérias dificuldades de oferecer trabalho para as suas populações e os países mais ricos e desenvolvidos onde há mais oportunidades no mercado de trabalho e melhores níveis de remuneração.
a “resistência do circuito” tem sido reduzida pela velocidade e avanço dos meios de transportes e o barateamento de seus preços, bem como por uma maior facilidade de comunicação dos que desejam emigrar com seus conterrâneos já estabelecidos nos países de destino.
“a resistência do circuito” aumenta na medida em que as leis anti-imigração e o controle das fronteiras nos países ricos vêm se intensificando.
os fluxos migratórios se intensificam apesar das restrições à imigração, das políticas de securitização em vários países desenvolvidos e dos enormes riscos para os migrantes; um número crescente de pessoas se deslocam em função das guerras, das prolongadas situações de conflitos de diversas naturezas e do agravamento das condições de pobreza de vastos contingentes da população mundial.
“COMO É A VIDA NO MAIOR CAMPO DE REFUGIADOS DA FRANÇA”
“A vida no maior campo de refugiados da França é cinza. Localizado na cidade de Calais, no noroeste da França, de clima nublado, chuvoso e sujeito a temperaturas negativas durante o inverno, o local ganhou o apelido de “Jungle” (selva, em inglês) e, hoje, abriga cerca de 4 mil pessoas.
Refugiados e imigrantes vindos de países como Síria, Afeganistão, Eritreia e Marrocos vivem ali em tendas no meio da lama desde o ano passado. Eles aguardam uma chance de cruzar o Canal da Mancha; Calais abriga a entrada do Eurotúnel, principal ponto de acesso não-aéreo à Grã-Bretanha.
A precariedade do cenário, o primeiro campo do tipo na França desde a Segunda Guerra, remonta a campos de refugiados de países pobres e distantes, como o Haiti ou Congo.”(...)
Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/02/160220_campo_refugiados_calais_franca_cm_rb (acesso em 19/03/2016)
A matéria, acima, revela uma nova e terrível diáspora nos tempos atuais. As reações das nações europeias frente à onda de refugiados são bastante contraditórias. Do ponto de vista político e social, verifica-se uma onda crescente de partidos de extrema direita. Parte das razões que explica os deslocamentos de populações do norte da África e do Oriente Médio para a Europa se deve:
à perspectiva de maior liberdade individual e religiosa, uma vez que todas as nações em crise na África e na Ásia são ditaduras
à insatisfação dos povos africanos e asiáticos como o seu modo de vida tradicional, especialmente, das populações rurais
à desestabilização dos modos de vida dos povos africanos e asiáticos, ao longo da política neocolonialista, empreendida pelos europeus no século XIX e início do século passado, não solucionada até os dias atuais
aos incentivos imigratórios oferecidos por muitos países europeus que apresentam crescimento populacional zero ou negativo, como na Itália, para garantir a força de trabalho e, por consequência, a estabilidade econômica
“Dez imigrantes africanos morreram e dezenas se encontravam desaparecidos no naufrágio nesta quinta-feira de uma embarcação em que viajavam no litoral da Líbia, informou uma fonte da Guarda Costeira Líbia. A marinha líbia socorreu entre 80 e 90 pessoas e resgatou dez corpos, acrescentou a fonte, que afirmou ainda que havia cerca de 180 pessoas a bordo. A fonte disse que a embarcação virou a três milhas da localidade de Guarabuli, leste de Trípoli”. (AFP, 2/10/2014)
Considerando o fragmento de texto acima e os múltiplos aspectos por ele suscitados, julgue os itens que se seguem sobre a questão da migração no mundo e marque a INCORRETA.
Estado distante das regiões mais desenvolvidas do Brasil, o Acre tem sido a porta de entrada para milhares de haitianos que buscam no país oportunidades de emprego e de melhoria de vida. Cidades como Brasileia vem registrando também a chegada de africanos vindos principalmente do Senegal, além de imigrantes de outras nacionalidades.
Na Europa, políticos de extrema direita, contrários ao ingresso de imigrantes, vêm obtendo repercussão em sua pregação xenófoba, ou seja, de aversão aos estrangeiros. Propõe o endurecimento das leis de imigração e o combate aos clandestinos como forma de proteger os interesses dos cidadãos naturais da terra.
Historicamente países como o Brasil sempre se caracterizaram pela emigração e nunca pela imigração, exemplo disso são as levas de brasileiros que foram para centros como Estados Unidos da América, Europa e Japão.
A circulação de pessoas no mundo toca em um dos grandes paradoxos da globalização. Governos e instituições multilaterais como a ONU defendem que, no mundo atual, não haja barreiras para o livre fluxo de capitais. Esse livre trânsito, no entanto, é cada vez menos permitido para as pessoas, que enfrentam barreiras e não têm a mesma liberdade para escolher o país no qual queiram trabalhar e morar.