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Abertura e fechamento de empresas de pequeno porte por região do RN em 2025

Agência SEBRAE de Notícias. Pequenos negócios impulsionam a economia do RN em 2025 com melhor número de novas empresas dos últimos 5 anos (com adaptações).
Considerando a imagem apresentada e os pequenos negócios que envolvem o setor de comércio e serviços no Rio Grande do Norte, assinale a opção correta.
A grande Natal e a cidade média de Mossoró concentram o maior número de empresas abertas no setor de comércio e serviços de pequeno porte.
As atividades do comércio são as maiores geradoras de emprego e renda na economia potiguar, sendo esse setor também responsável pela abertura de empresas em todas as regiões do estado.
O comércio atacadista de vestuário e alimentos é um dos promotores da geração de emprego e renda e da criação de empresas classificadas como pequenos negócios, a partir da adoção de políticas de renúncia fiscal.
A ausência de políticas e ações para a regularização de pequenas empresas e negócios é um dos entraves ao pleno desenvolvimento do setor de comércio e serviços no Rio Grande do Norte.
Conclui-se da análise da imagem que a abertura de empresas do setor de comércio e serviços não ocorre de forma equilibrada entre as regiões do estado do Rio Grande do Norte, uma vez que há regiões com saldo negativo de abertura de empresas.
Entre os principais produtos do Rio Grande do Norte com vantagem comparativa, aptos para exportação, destacam-se peixes, crustáceos, moluscos, frutas, açúcares, sal, enxofre, pedras, gessos, óleos e derivados.
Certo
Errado
Os principais parques eólicos em operação no Rio Grande do Norte estão localizados no município de Lagoa Nova, na região do Seridó, conhecida pela elevada altitude em relação ao nível do mar e pelo relevo plano.
Certo
Errado
O Rio Grande do Norte tornou-se o principal produtor nacional e exportador de camarão de maricultura devido à ótima adaptação da espécie litopeneaus vannamei ao litoral potiguar.
Certo
Errado
Considere o mapa a seguir:

(Hervé Théry e Neli Aparecida de Mello, Atlas do Brasil: disparidades e dinâmicas do território)
As maiores extensões navegáveis do Brasil estão localizadas nas regiões hidrográficas Amazônica e
Parnaíba.
Atlântico Sul.
Conceição do Araguaia.
São Simão.
Tocantins-Araguaia.
As características climáticas do semiárido do Rio Grande do Norte têm sido historicamente favoráveis à produção do algodão, embora esse produto tenha pouca expressividade nas exportações do estado, o que se deve, entre outros fatores, à tímida presença da indústria têxtil na região.
Certo
Errado
Acerca das atividades econômicas modernas e tradicionais do Rio Grande do Norte, assinale a opção correta.
A economia potiguar abrange atividades tradicionais, como agricultura, extração de sal marinho e pesca, e atividades modernas, como extração de petróleo e gás natural, produção de energia e fruticultura irrigada, que contribuem para a composição do PIB e a geração de riqueza.
A agricultura é um setor importante na geração de empregos, renda e impostos do estado, participando de forma expressiva do PIB potiguar, a partir da fruticultura de caju, coco, uva e abacate.
A participação da produção mineral no PIB potiguar tem diminuído expressivamente a partir do esgotamento de jazidas de petróleo, gás natural, gesso, sal e tungstênio.
O setor primário (agricultura e mineração) destaca-se na economia potiguar, o que justifica a queda recente do PIB do estado, em razão da crise das commodities minerais no mercado internacional, em 2025, e a baixa participação dos setores da indústria, comércio e serviços na composição do índice de produtividade estadual.
A baixa participação do setor industrial na economia potiguar justifica-se pela forte concentração da atividade industrial nos setores do beneficiamento do algodão, têxtil e confecção de roupas.
No que se refere à produção de energia eólica no Rio Grande do Norte, julgue os itens a seguir.
I Em um período de 15 anos (2001 a 2016), a configuração territorial potiguar passou a incluir os objetos técnicos vinculados à atividade de produção de energia eólica.
II As torres dos aerogeradores, as redes de transmissão e as subestações elétricas são infraestruturas necessárias para geração de energia que transformaram a paisagem litorânea e de áreas rurais do interior do Rio Grande do Norte, espaços onde se têm instalado parques eólicos.
III A instalação dos parques eólicos em uma velocidade intensa e progressiva levou o Rio Grande do Norte a se tornar referência nacional na produção de energia elétrica, tendo o estado papel estratégico no processo de transição energética do país.
Assinale a opção correta.
Apenas o item II está certo.
Apenas o item III está certo.
Apenas os itens I e II estão certos.
Apenas os itens I e III estão certos.
Todos os itens estão certos.
Mapa dos parques eólicos no Rio Grande do Norte

Cerne/Aneel. Mapa dos parque eólicos no RN. Infográfico elaborado em 26/3/2019.
Acerca da distribuição territorial dos parques eólicos no estado do Rio Grande do Norte, ilustrada na imagem precedente, assinale a opção correta.
Os parques eólicos ocupam áreas territoriais mínimas dos municípios potiguares, favorecendo a coexistência com outras atividades, como a agricultura e a extração mineral de petróleo e gás.
A instalação de parques eólicos ocorre tanto nos municípios litorâneos potiguares quanto em áreas da plataforma oceânica de baixa profundidade.
A adoção de políticas de incentivos fiscais pelo governo estadual voltadas à produção de energia renovável concentrou os parques eólicos somente nos dez municípios potiguares que aderiram a estas políticas.
A localização geográfica do Rio Grande do Norte permite a ocorrência dos ventos alísios, e a existência de serras e colinas cria obstáculos naturais que aceleram e canalizam os ventos, resultando em condições apropriadas para a geração de energia eólica no estado.
Apenas 15 municípios potiguares se destacam na produção de energia eólica, localizados na região metropolitana de Natal e nos limites territoriais com a Paraíba.
Em contraste com o restante do Nordeste, o Rio Grande do Norte conseguiu preservar a maior parte da Mata Atlântica existente no início da colonização, mas não foi capaz de impedir a devastação da Caatinga, que atualmente ocupa a menor parte do território estadual.
Certo
Errado
A respeito da indústria das energias renováveis no panorama econômico e geográfico do Rio Grande do Norte, assinale a opção correta.
A geração de energia eólica no Rio Grande do Norte é de média e alta capacidade, mas barreiras burocráticas e ausência de financiamento e regras de instalação têm causado entraves a esta expansão.
A reduzida densidade demográfica e a distância de grandes centros consumidores (metrópoles) tornam inviável a instalação de parques eólicos no interior potiguar, em regiões como o Sertão do Seridó, por exemplo.
O potencial de geração de energia elétrica utilizada e viável se concentra nos municípios litorâneos do Rio Grande do Norte, em áreas até 50 km distantes do oceano Atlântico.
Embora a matriz energética brasileira seja caracterizada pela predominância de fontes não renováveis, como petróleo e gás, o Rio Grande do Norte contribui para o equilíbrio entre fontes não renováveis e renováveis no panorama nacional por ser o segundo maior produtor de energia eólica do país há três anos.
A implantação de parques eólicos no Rio Grande do Norte tem gerado conflitos com comunidades locais devido aos impactos na agricultura, no extrativismo e na renda local, bem como ao adoecimento da população associado à denominada síndrome da turbina eólica.
Em relação à matriz energética do estado do Rio Grande do Norte, assinale a opção correta.
Predominam, no estado, empresas de energia eólica e solar, logo, é correto afirmar que a matriz energética potiguar é limpa e renovável, o que torna o estado referência na produção de energias sustentáveis.
A única usina hidrelétrica do Rio Grande do Norte, a usina de Umari, localizada no município de Upanema, responde pela maior parte da geração de energia do estado, e a inauguração da usina de Oiticica, prevista para 2027, consolidará a matriz hidrelétrica e limpa como principal fonte energética estadual.
A energia eólica produzida no estado tem grande potencial de expansão e de se consolidar como fonte limpa e de baixa custo no futuro, em que pese a sazonalidade dos ventos, que são mais fortes entre janeiro e junho e diminuem de intensidade, principalmente, entre agosto e novembro, período de baixa produtividade de energia eólica.
Há um grande número de empresas de geração de energia eólica no Rio Grande do Norte, porém a geração de energia hidrelétrica ainda é dominante na matriz energética do estado.
As expressivas reservas de petróleo e de gás natural na plataforma continental e em áreas próximas ao litoral do Rio Grande do Norte elevam o estado à condição de grande produtor de energia termelétrica limpa e de baixo custo a partir da queima desses recursos minerais.
A economia do Rio Grande do Norte combina setores tradicionais e modernos, resultando em uma configuração socioeconômica diversificada. Sobre as atividades produtivas no estado, assinale a alternativa correta.
A economia do Rio Grande do Norte é majoritariamente impulsionada pelo setor turístico, enquanto a agropecuária tem um papel secundário, uma vez que a infraestrutura turística já está plenamente consolidada como motor econômico.
A produção de petróleo e gás é uma atividade fundamental no Rio Grande do Norte, mas sem um impacto expressivo na economia estadual.
O setor industrial supera as atividades agrícolas e pesqueiras em geração de empregos e volume de exportações, sendo a principal base da economia norte-rio-grandense.
A fruticultura voltada à exportação é essencial na economia do estado, uma vez que a produção se destina exclusivamente ao mercado externo.
A carcinicultura, voltada para a criação de camarões em cativeiro, tem impacto econômico significativo, mas enfrenta desafios ambientais relacionados ao desmatamento de manguezais.
De acordo com o Censo Demográfico de 2022 (IBGE), entre as unidades da federação do Nordeste, apenas um Estado apresentou Taxa Líquida de Migração positiva, com saldo de 31 mil pessoas e índice de 0,78%, o primeiro resultado positivo desde 1991. Esse Estado foi:
Rio Grande do Norte
Ceará
Pernambuco
Bahia
Paraíba
Leia o fragmento textual a seguir.
O Rio Grande do Norte ganhou 13 novos parques eólicos nos dois primeiros meses de 2024, aponta a atualização no Mapa das Energias Renováveis do Observatório da Indústria Mais RN, núcleo de planejamento estratégico contínuo da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN). Esse crescimento no número de parques em operação no estado representa um crescimento de 0,45 GW de potência em operação no estado. A plataforma também indica que há 91 empreendimentos em desenvolvimento, com 3,58 GW de potência outorgada, que consiste na potência em construção ou ainda não construída. No cenário nacional, em número de parques em operação, o Rio Grande do Norte fica atrás apenas da Bahia. Mesmo assim, o RN é líder na potência em operação, com 9,43 GW, o que representa quase 32% de toda a geração de energia eólica no país.
Disponível em https://www.fiern.org.br/rn-ganha-13-novos-parques-eolicos-nos-primeiros-dois-meses-de -2024-mostra-mais-rn/. Acesso em: 15/04/2025.
Sobre a energia eólica e a posição do Rio Grande do Norte no cenário energético supracitado, é correto afirmar que a
posição geográfica do Rio Grande do Norte é privilegiada, favorecendo o aproveitamento dos ventos de oeste, principal condicionante físico; essa localização espacial é essencial para a verificação da viabilidade técnica do parque a ser instalado.
atuação dos ventos de oeste e a baixa nebulosidade do território potiguar, atribuída à sua média latitude, são os principais condicionantes físicos para atrair investimentos no setor de energia eólica no Rio Grande do Norte e em estados vizinhos.
produção de energia eólica é uma alternativa às fontes provenientes dos combustíveis fósseis; porém, a instalação dos parques eólicos sofre críticas quanto aos danos causados ao meio em que se inserem, inclusive no Rio Grande do Norte.
discussão sobre a transição energética no Brasil revela que o Rio Grande do Norte tem pouca relevância na produção de energia limpa. Apesar do aumento na implantação de parques eólicos, o estado apresenta falhas na instalação de placas fotovoltaicas.
O reservatório tem capacidade para acumular mais de 590 milhões de metros cúbicos, ficando atrás apenas da Barragem Armando Ribeiro Gonçalves e da Barragem Santa Cruz do Apodi. A Barragem Oiticica faz parte de um Projeto de Integração com Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional, conhecido como Transposição de Águas do
Piranhas-Açu.
Tocantins-Araguaia.
Atlântico Leste.
São Francisco.
Analise os dados do mapa:

A distância entre Natal e Mossoró via BR-304 é de 279,2 km.
Com base nos dados do mapa, descontada a distorção pela sua redução, a distância real em linha reta é de
23,8 km.
238,0 km.
2.380 km.
23.800 km.
27.920.000 cm.
Os municípios fronteira de Brejo do Cruz são:
Assinale a alternativa INCORRETA:
Oeste: Catolé do Rocha
Sul: Belém do Brejo do Cruz e São José do Brejo do Cruz.
Leste: Jucurutu e Jardim de Piranhas (ambos no Rio Grande do Norte).
Norte: Caicó, Currais Novos e Campo Grande (todos no Rio Grande do Norte).
Em qual atual região geográfica está localizada nossa primeira capital?
Nordeste.
Norte.
Sudeste.
Sul.
Dantas e Ferreira (2010) tomaram como base a classificação dos domínios morfoclimáticos do Brasil (AB’SABER, 1969) para definir o relevo do Rio Grande do Norte. Esse relevo encontra-se inserido em dois domínios e uma faixa de transição, descritos como
Domínio das Chapadas e Serras Residuais, Domínio das Planícies e Tabuleiros Costeiros, e uma faixa de transição denominada Zona da Mata Potiguar.
Domínio de Mares de Morros, Domínio das Depressões Intermontanas e Interplanálticas das Caatingas, e uma faixa de transição morclimática, denominada Agreste Potiguar.
Domínio das Terras Baixas e Planícies Litorâneas, Domínio das Elevações Residuais e Maciços Antigos, e uma faixa de transição chamada de Sertão Potiguar.
Domínio das Serras e Planaltos do Atlântico Nordeste, Domínio das Depressões e Planícies Aluviais do Rio Apodi, e uma faixa de transição conhecida como Brejo Potiguar.