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São Paulo tem apresentado potencialidade para se transformar em uma cidade global, próxima a Nova Iorque ou Tóquio. No entanto, esbarra em alguns obstáculos, entre os quais cita-se o fato de
apresentar paisagens indiferenciadas em seu interior.
não ser um centro de gestão do capital mundial.
ainda não ter concretizado o espaço da megalópole.
manter em seu interior espaços de especulação imobiliária.
possuir um setor terciário pouco evoluído.
Considere as seguintes afirmações:
I. as metrópoles são a forma mais aguda do processo de concentração espacial que o capitalismo criou no século XX;
II. desde a década de 1980, as regiões metropolitanas brasileiras crescem mais que seus respectivos estados;
III. no Brasil, o processo de metropolização ocorreu de forma independente do crescimento dos setores secundário e terciário.
Está correto somente o que se afirma em
I.
II.
I e II.
I e III.
II e III.

A problemática abordada no fragmento de texto acima refere-se à
formação de microrregiões homogêneas.
expropriação do espaço.
disputa social pelo espaço.
especialização das regiões geográficas.
A Região Centro-Oeste tem sido receptiva aos novos avanços da urbanização. Enquanto no século XIX ela carecia de uma rede articulada de cidades, na atualidade sua população urbana supera a média nacional e a de outras regiões como o Sul e o Nordeste. Essa receptividade decorre:
das imposições da moderna economia regional que destruíram as formas urbanas tradicionais consolidadas;
da capacidade da sociedade regional de adaptar-se à expansão das cidades;
da ausência de investimentos urbanos fixos do passado que representassem obstáculos à modernização;
do fluxo migratório que, nas últimas décadas, esvaziou o campo na região;
das elevadas taxas de natalidade nos espaços urbanos regionais, típicos das frentes de povoamento.
No processo de urbanização, a remoção da cobertura vegetal e sua substituição por áreas construídas elevam o índice de albedo e, consequentemente, a superfície do solo passa a reter menor quantidade de energia, aumentando a refletância. Sabe-se que, quanto mais elevado é o volume de energia armazenado, maior é o equilíbrio térmico. Podemos dizer a partir dessas considerações que
a radiação que incide sobre as paredes e os tetos dos edifícios é totalmente refletida para a atmosfera, tornando a cidade mais fria à noite.
nas cidades verifica-se uma padronização do mecanismo climático.
a concentração de poluentes, motivada pela atividade industrial e de circulação de veículos diminui o processo de condensação do vapor de água.
a rugosidade representada pelos edifícios de grande porte estimula a instabilidade atmosférica.
nas grandes cidades a precipitação tem aumentado nas áreas centrais com o fenômeno de ilha de calor.
Os núcleos urbanos brasileiros e o campo, na atualidade, encontram-se equiparados em termos de oportunidades e de diversidade de atividades, fato que fez diminuir as diferenças entre cidade e campo existentes até meados do século passado.
O rápido processo de urbanização brasileiro favoreceu e favorece a degradação de biomas como o de mata atlântica.
Observe o esquema a seguir.

Considerando as recomendações do PCN de Geografia, quais os conteúdos que poderiam ser abordados a partir do esquema apresentado?
Inchaço urbano – lugar e paisagem – processo de industrialização.
Modernização perversa – microclimas e funções urbanas.
Urbanização – industrialização e degradação ambiental.
Ação dos ventos – consumismo e mundo tropical.
Ocupação humana – previsão de tempo e sítio urbano.
Uma das razões para que a ocorrência do processo de urbanização em diferentes partes do mundo comprometa o meio natural e, muitas vezes, a vida humana é o fato de que os estudos prévios relacionados às conseqüências das ocupações urbanas são negligenciados.
Mesmo com a transferência do Distrito Federal para a região Centro-Oeste do país, o processo de integração nacional continuou enfraquecido e o Brasil continuou dividido geoeconomicamente em norte e sul.
O desenvolvimento urbano-industrial não-nacional esteve, desde suas primeiras implantações no país, vinculado à iniciativa privada que, por sua vez, se responsabilizou pela produção, pela logística e pela ampliação dos mercados consumidores, especialmente no caso da indústria siderúrgica.
Em cidades brasileiras que, com grandes aglomerados populacionais, alteraram os cursos dos rios para a instalação de vias públicas, ocorrem as enchentes devido à redução dos efluentes naturais que formam os rios.
Urbanização significa transferir a população da periferia das cidades para o interior.
No Acre, a resistência dos seringueiros aos empreendimentos madeireiros vem gerando perspectivas diferenciadas para o extrativismo, para a reforma agrária e para a manutenção de pequenos centros urbanos que mantêm muitos dos saberes tradicionais.
As metrópoles industrializadas, apesar dos altos índices de adensamento populacional, apresentam melhor equilíbrio entre desenvolvimento produtivo, habitação e tipos de ocupação do solo, por possuirem melhores recursos financeiros.
Os problemas ambientais, a carência de moradias e infraestrutura básica de muitos núcleos urbanos estão vinculados a falta de legislação específica e planejamento urbanístico.
A hierarquia urbana e a organização socioespacial das redes urbanas brasileiras encontram-se estruturadas pela lógica capitalista de mercado.
A implantação do Pólo de Camaçari, na Bahia, favoreceu o crescimento de cidades com mais de 20 mil habitantes e reduziu a densidade demográfica das faixas litorâneas, o que contribuiu para a fixação das populações tradicionais em suas atividades e locais de origem.

De acordo com a distribuição da população entre as cidades destacadas, é correto afirmar que:
No Brasil, o processo desenfreado de urbanização gerado pela expansão industrial deu-se de modo uniforme, sobretudo no que diz respeito às capitais nacionais.