Observe o mapa a seguir.

Disponível em:<http://3.bp.blogspot.com/d4SzzmMzZe4/TcbjWVnHdWI/AAAAAAAAAxg/seDBrRQJUxQ/s1600/
Mapa+de+Relevo+Jurandyr+Ross.jpg>. Acesso em: 14 out. 2018.
O geógrafo Jurandyr Ross elaborou uma classificação bastante detalhada do relevo brasileiro em unidades morfoestruturais, usando como suporte técnico o material produzido pelo Projeto RADAMBRASIL. Essa classificação teve o mérito de identificar a unidade de depressões, não considerada em trabalhos antecessores ao de Ross.
Sobre características e usos econômicos de algumas depressões brasileiras, assinale a alternativa incorreta.
A depressão do Araguaia, em seu contato com os planaltos e chapadas da Bacia do Paraná, apresenta diversas cuestas, formas de relevo assimétricas, típicas de terrenos sedimentares.
A depressão periférica da borda leste da Bacia do Paraná, próxima a terrenos cristalinos, configurou-se, durante o período colonial, em um importante corredor de comunicação entre Sul e Sudeste, por onde se deslocavam tropeiros com gado e alimentos para áreas de mineração.
As depressões marginais norte e sul-amazônica foram esculpidas em terrenos geologicamente distintos: a primeira apresenta relevos residuais e extensos chapadões em rochas sedimentares, enquanto a segunda caracteriza-se por colinas e morros de baixa altitude em rochas metamórficas.
As depressões Sertaneja e do São Francisco, em parte cortadas pelo rio de mesmo nome, onde são encontrados relevos residuais denominados inselbergues, favoreceram a expansão da atividade criatória no Nordeste brasileiro durante o período colonial.