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O processo de conversão tempo-profundidade (TxP) de dados sísmicos permite a produção de mapas em profundidade e espessura de camadas geológicas mapeadas sismicamente. Esses mapas são cruciais na exploração de hidrocarbonetos porque permitem a avaliação volumétrica de gás ou óleo existente. A conversão em profundidade é uma tarefa tradicional de intérpretes sísmicos porque medidas sísmicas são feitas em tempo duplo, mas as medidas em poços estão em profundidade. A conversão em profundidade integra diversas informações sobre eventos observados em poços e velocidades das camadas, para se derivar um bom modelo de velocidade 3D.
Todos os itens abaixo fazem parte do processo convencional de construção de um modelo de velocidade eficaz, EXCETO:
marcadores de topos de formações observados nos poços.
medições de velocidades médias nos perfis de poços.
pré-conhecimento empírico sobre as velocidades médias das rochas na área investigada.
pré-conhecimento conceitual da estratigrafia que guia as velocidades intervalares.
velocidades RMS de empilhamento derivadas do processamento dos dados de reflexão 3D.