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A geoquímica isotópica é bastante utilizada no estudo de rochas ígneas com a finalidade de datação, de identificação da origem dos magmas a de caraterização dos processos magmáticos. Sobre a aplicação de isótopos na petrologia ígnea, é correto afirmar que:
Os isótopos de Sr e Nd não são fracionados nos processos de fusão parcial e cristalização fracionada.
Rochas derivadas da cristalização de magmas contaminados por assimilação crustal podem ser datadas com acuracidade pelo método Rb/Sr e Sm/Nd.
Rochas derivadas de magmas originados pela fusão parcial do manto astenosférico, deplecionado em elementos traço incompatíveis, apresentam valores negativos de eNd.
Rochas derivadas de magmas originados pela fusão parcial do manto astenosférico, deplecionado em elementos traço incompatíveis, apresentam razões iniciais 87Sr/86Sr maiores que 0,7085.
Rochas sem alteração intempérica ou hidrotermal mantêm a razão 87Sr/86Sr constante ao longo do tempo.