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Entre as unidades que representam orógenos resultantes da inversão tectônica de bacias Proterozóicas que se instalaram às margens do Paleocontinente São Francisco, podemos citar:
Faixa Araçuaí.
Cinturão Alfenas.
Cinturão Alfenas.
Complexo Barbacena.
No território brasileiro, o Mesoproterozóico é marcado pelo desenvolvimento dos riftes intracontinentais, os quais evidenciam a Tafrogênese Estasteriana e afetam os núcleos cratônicos estabilizados.
Os aqüíferos localizados na região metropolitana de Natal são classificados como de porosidade intergranular e representados pelos sistemas Barreiras, Potengi e Dunas.
As seqüências vulcano-sedimentares arqueanas denominadas de greenstone belts são diagnosticadas pela presença de vulcanismo de composição ultrabásica com presença de estruturas do tipo espinifex e no Brasil ocorrem em estreitas faixas, em fácies metamórfica xisto-verde.
Na região de Souza, no estado da Paraíba, existem icnofósseis representados pelas trilhas de pegadas de dinossauros que viveram no Cretáceo.
As bacias sedimentares do Solimões e do Amazonas são separadas pelo alto estrutural de Iquitos. A partir do Cretáceo, o registro estratigráfico dessas bacias é exclusivamente continental.
A Bacia do Paraná apresenta história deposicional dominada por sucessões marinhas até o fim do Carbonífero. A partir do Permiano, apenas ocorrem sedimentos continentais no registro dessa bacia.
Os basaltos continentais das grandes bacias paleozóicas brasileiras são relacionados às fases de pré-ruptura sul-atlântica e apresentam idade Jurássica.
A associação B pode ocorrer na seção Paleozóica da Bacia do Paraná.
As seqüências do tipo greenstone belts são características do Arqueano e compõem um conjunto que inclui rochas metavulcânicas ultramáficas, além de metassedimentos químicos e pelíticos.
Os principais campos de petróleo explorados no Brasil estão em bacias paleozóicas continentais, como, por exemplo, as do Paraná, Parnaíba e Amazonas.
As bacias paleozóicas brasileiras apresentam um importante evento magmático neopaleozóico, representado por espessos derrames basálticos e intrusões de sills e diques de diabásio.
A Bacia de Campos, onde atualmente há a maior produção brasileira de petróleo, iniciou sua evolução no Triássico, com o início da ruptura do supercontinente Gonduana.
Os processos sedimentares na bacia do Pantanal (MT e MS) começaram com fortes movimentos verticais (subsidência com falhas verticais) no início do Mesozóico.
A amalgamação final dos elementos geológicos que formam a plataforma Sul-Americana foi efetivada mediante uma série de colisões, representando o evento orogenético Transamazônico.
Na evolução das bacias costeiras brasileiras, pode-se individualizar os estágios pré-, sin- e pós-rifte. Este último apresenta a maior taxa de subsidência flexural.
O início da evolução da bacia do Amazonas é marcado por um importante sistema de rifte.
No Paleoproterozóico, o território brasileiro foi submetido a esforços tectônicos que culminaram com a formação de riftes, exemplificados pelo Grupo Araí e pelo Supergrupo Espinhaço.
Entre as principais hipóteses para a origem da Bacia do Paraná, a mais aceita atualmente é a que considera a predominância de subsidência térmica ligada aos estágios finais de evolução das faixas de dobramento neoproterozóicas.
As unidades representadas pelos grupos Aquidauana e Itararé representam eventos glaciogênicos eminentemente continentais presentes na bacia do Paraná. Essa glaciação se processou durante o Neopaleozóico (Permocarbonífero).