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Quanto aos principais horizontes geradores de hidrocarbonetos das bacias brasileiras, analise as afirmações abaixo.
I - O intervalo anóxico do Frasniano da Bacia do Amazonas, associado à Formação Barreirinhas, constitui- se no principal intervalo gerador dessa bacia.
II - A Formação Irati, do Permiano da Bacia do Paraná, apresenta um excelente potencial gerador para gás.
III - Na seção siluriana da Bacia do Parnaíba são registrados horizontes potencialmente geradores de hidrocarbonetos no Grupo Serra Grande.
IV - A Formação Ponta Grossa (Devoniano da Bacia do Paraná) apresenta condições potencialmente favoráveis à geração de gás na bacia.
V - As principais ocorrências de hidrocarbonetos na seção pós-sal da Bacia de Campos associam-se a geradores posicionados na seção pré-sal.
Está correto APENAS o que se afirma em
I e II.
II e IV.
III e IV.
I, IV e V.
II, III e V.
Situada na fronteira do Estado de Roraima e também denominada North Savannas, no país vizinho, a Bacia de Tacutu é preenchida, predominantemente, por sedimentos
permocarboníferos.
triássicos e cretáceos.
ordovicianos e silurianos.
silurianos e devonianos.
jurássicos e cretáceos.
No quadrilátero ferrífero, os depósitos de ouro e topázio encontram-se encaixados em diversas litologias pertencentes a diferentes formações do SGM. O principal controle desses depósitos é estrutural e relacionado à tectônica do evento transamazônico.
No quadrilátero ferrífero, o GB Rio das Velhas é internacionalmente conhecido por hospedar, em uma área relativamente restrita, uma série de depósitos de ouro de classe mundial, além de depósitos de manganês e cobre de menor porte.
As rochas carbonáticas encontradas em Tupi são da era Paleozóica.
O arcabouço estratigráfico adotado para as bacias da margem continental do Brasil acomoda fases tectônicas com princípios estratigráficos hierarquicamente agrupados em 4 megasseqüências deposicionais. O campo petrolífero de Tupi, localizado nas camadas pré-sal, está associado à megasseqüência pré-rifte, que representa a fase intracratônica do Supercontinente Gondwana, precedendo o rifte do Atlântico Sul.
As bacias de antepaís retroarco formam-se ao longo dos flancos de cinturões orogênicos de margem continental, do lado voltado para o interior do continente. A única bacia desse tipo conhecida no Brasil é a bacia do Paraná.
A margem continental brasileira é do tipo passiva, em contraste com a margem continental sul-americana no Pacífico, que é do tipo ativa.
A Bacia Sanfranciscana tem evolução relacionada a um rifteamento abortado do período Cretáceo e seu potencial para a geração de campos de óleo e gás é considerado elevado.
Sobre a formação São Paulo, é correto afirmar que
não existem ocorrências conhecidas na Região Metropolitana de São Paulo.
dispõe-se em mancha regular de forma aproximadamente circular e é sedimentologicamente formada predominantemente por areias grossas, cascalhos grossos muito maduros.
dispõe-se em mancha irregular de forma aproximadamente elíptica, sedimentologicamente formada, predominantemente, por argilas, siltes, areias argilosas finas e raras ocorrências de areias grossas e cascalhos finos.
caracteriza-se por sedimentos metamorfizados em baixo grau resultando em argilitos, siltitos e arenitos.
A Bacia de Santos apresenta estratigrafia muito similar àquela observada na Bacia de Campos, já que ambas contêm importante sedimentação de evaporitos, responsáveis, em grande parte, pelo alto potencial petrolífero.
As bacias sedimentares da margem equatorial de Bragança- Viseu/São Luis/Ilha Nova e do Ceará diferem das demais bacias da margem equatorial (Foz do Amazonas, Marajó, Pará- Maranhão, Barreirinhas e Potiguar) por apresentarem
espessas camadas de rochas carbonáticas.
um único estágio rifte em sua evolução.
magmatismo nos diversos estágios de seu desenvolvimento.
não-ocorrência do estágio drifte.
espessas camadas de sal.
À semelhança do que ocorre com os arenitos da Fm. Monte Alegre da Bacia do Amazonas, os principais reservatórios da Bacia do Solimões foram depositados em ambiente
marinho
marinho restrito
flúvio-lacustre
flúvio-eólico
glacial
O Diabásio Penatecaua, da Bacia do Solimões, ocorre em soleiras intercaladas às rochas paleozóicas e, geralmente, concordantes com estas. A datação destas intrusivas aponta para o
Cretáceo
Permiano
Devoniano
Eotriássico
Eojurássico
A caracterização tecnológica de rochas ornamentais e para revestimento é realizada por meio de ensaios e análises cujo principal objetivo é a obtenção de parâmetros químicos, físicos e mecânicos. A petrografia microscópica não integra esses ensaios.
As condições climáticas e geomorfológicas dominantes no Sudeste do Brasil são favoráveis à formação de depósitos de cromita supergênicos.
Os depósitos evaporíticos de Taquari-Vassouras (Sergipe) e de Nova Olinda (AM) representam os principais depósitos de potássio no Brasil. Enquanto o primeiro encontra-se em lavra, o segundo está ainda em fase de avaliação.
Na porção próximal da Bacia de Santos, os sedimentos siliciclásticos grosseiros, depositados no Cretáceo Superior, em conseqüência do soerguimento da Serra do Mar, correspondem às formações:
Santos e Juréia
Santos e Ilhabela
Juréia e Guarujá
Itanhaém e Juréia
Marambaia e Guarujá
A PETROBRAS extrai óleo de folhelhos betuminosos da Formação Irati (bacia do Paraná), por meio de uma tecnologia denominada Processo Petrosix. Nesse processo, o folhelho betuminoso é levado a um reator onde é pirolisado, liberando a matéria orgânica nele contida sob a forma de óleo e gás, que contribuem com a metade da produção nacional de petróleo.